Management 3.0: você tem dúvidas?

O conceito de Management 3.0 já é uma das principais maneiras de realizar mudanças de forma eficaz e atualizada num time. quer saber como? veja!

Autor: Redação Impacta

O Management 3.0 — ou simplesmente a Gestão 3.0 — é uma ideia relativamente nova, mas que vem ganhando cada vez mais espaço no mundo empresarial. Sua principal proposta é a de revolucionar a maneira como líderes e administradores exercem suas funções dentro de uma organização, utilizando as metodologias de desenvolvimento ágil como base.
A integração com esses métodos é claramente observada no livro Management 3.0: Agile Developers, Developing Agile Leaders — escrito pelo holandês Jurgen Appelo, pioneiro na área de gestão empresarial.
Inicialmente, a Gestão 3.0 foi muito utilizada na indústria de TI, e a razão pela qual esse conceito despertou o interesse de diversos outros segmentos é bastante simples. Com base nos modelos de gestão ágil, é possível acelerar e aperfeiçoar o processo de desenvolvimento de produtos. Isso acontece ao mudar a forma como as equipes se organizam e executam suas tarefas.
Desse modo, o Management 3.0 é uma ferramenta de grande utilidade para empresas que precisam reavaliar seus processos e sua estrutura organizacional para serem mais produtivas e inovadoras. Afinal, esse modelo conta com diversas técnicas úteis no empoderamento de equipes, desenvolvimento de responsabilidades, energização de colaboradores e outras missões importantes para um gestor.
Assim sendo, falaremos aqui sobre Management 3.0. Explicaremos o que é esse conceito, por que ele está na sua terceira versão, quais são os seus princípios e impactos na empresa, como um gestor pode se adaptar a esse modelo e ainda como esse método de gestão pode ser implantado. Quer saber dessas e de outras informações? Então, venha conosco e confira o que preparamos para você!

O que é o Management 3.0?

O conceito de Management 3.0 já é uma das principais maneiras de realizar mudanças de forma eficaz e atualizada num time. Seu principal propósito é mudar o modelo tradicional de gestão de pessoas, o que significa fazer com que as companhias repensem sua estrutura organizacional e seus processos, de modo que as rotinas se tornem mais produtivas.
Outro ponto abordado pela Gestão 3.0 é o de auxiliar líderes no desenvolvimento de um ambiente que permite aos profissionais se sentirem motivados de forma contínua, em vez de meramente controlados.
Dessa forma, entende-se que a ideia é sobre como os times podem trabalhar juntos com o objetivo de encontrar a melhor maneira de produzir mais, atingir suas metas e, ao mesmo tempo, manter a satisfação pessoal dos colaboradores com a devida prioridade.
Assim, é possível estimular a criatividade e a inteligência emocional, colocando a empresa, consequentemente, mais próxima de construir o ambiente ideal — sem falhas na comunicação, sem hierarquias que prejudiquem a fluidez das rotinas e com uma atmosfera que seja engajadora e descontraída.
Para que essa metodologia possa ser implementada, é preciso que haja um alinhamento de estratégias ou restrições — uma ideia também conhecida como align constraints e que significa, basicamente, esclarecer todos os objetivos e metas.
Além disso, entre as ideias encontradas nesse modelo de gestão, pode-se citar o acompanhamento da carreira do profissional, treinamentos e o compartilhamento de informação como formas de desenvolver as competências necessárias ao colaborador.

Por que esse modelo foi criado?

A ideia do criador do Management 3.0 foi a de eliminar as barreiras existentes no processo de desenvolvimento de software. Já que a maneira como a gestão era realizada causava um impacto significativo nos resultados, a possibilidade de criar um método que tornasse gerentes e líderes mais ágeis foi considerada.
Assim, quando uma empresa adota a metodologia ágil, todas as partes envolvidas precisam se adaptar às novas práticas — o que inclui os gerentes e líderes de projeto. É atribuída, então, uma nova perspectiva de organização para as equipes na hora de executarem o seu trabalho.

Management 3.0 é gestão ágil?

Uma metodologia ágil é um modelo de gestão criado com o propósito de ser uma alternativa aos métodos tradicionais, considerados mais rígidos e restritos. A ideia da abordagem ágil tem foco na capacidade de autogestão das equipes e a possibilidade de seus componentes se organizarem em prol de objetivos e metas estabelecidos.
Enquanto isso, também é certo afirmar que o Management 3.0 baseia-se nessas ideias, de modo que seria plenamente aceitável, inclusive, substituir a expressão “metodologias ágeis” pela Gestão 3.0, no parágrafo acima e considerá-la uma abordagem de gestão ágil.
Além disso, é comum perceber que, sem a existência de metodologias ágeis (como o framework  Scrum), o Management 3.0 também não existiria — pelo menos não da forma como é hoje. Assim, considerando que os princípios são os mesmos, é natural que sejam abordadas questões como autonomia, autogestão, melhoria contínua e experimentações.
Entretanto, há uma diferença nos objetivos de cada modelo. Enquanto as demais metodologias ágeis focam a entrega do produto que está sendo desenvolvido, a Gestão 3.0 tem como objetivo o crescimento do negócio e de seus profissionais.

Por quê 3.0?

A técnica de gestão que está sendo abordada aqui começou na sua versão 1.0, um ponto que nos leva ao início do século passado, cujo foco era o desenvolvimento da eficiência industrial. Na época, as linhas de produção eram a maior novidade das companhias, permitindo que a matéria-prima inserida fosse transformada em produtos prontos para o consumidor final.
Nessa realidade, os funcionários exerciam apenas funções básicas na manutenção das máquinas e contavam com tarefas bastante específicas. Foi nesse contexto em que os cargos de gerência surgiram: esse profissionais detinham o poder de tomar decisões mais relevantes para o negócio e de fiscalizar se as atividades necessárias estavam sendo executadas pelos trabalhadores.
Nesse cenário, o conceito de gestão top-down ganhou força. Nele, toda a parte estratégica é definida de maneira centralizada e por pessoas em posições hierarquicamente mais elevadas. É daí que vem a grande necessidade de controle, visto que quem cuidava dos desafios de um cargo de liderança não era quem colocava a mão na massa. De forma análoga, os funcionários que executavam as atividades não tinham poder de decisão algum.
Esse modelo permaneceu ativo por muitos anos e ainda pode ser encontrado em algumas empresas, mesmo tendo deixado de fazer sentido para diversos setores e companhias da indústria. Em vez disso, novas ideias e tendências surgiram, melhorando consideravelmente a produtividade e eficiência do negócio como um todo — esse é o caso de métodos como o Six Sigma, a Teoria das Restrições, o Balanced Scored Card, entre outros.
Foi a partir daí que se definiu o surgimento do Management 2.0, cuja proposta era similar ao seu antecessor. Entretanto, as diferenças ficavam apenas a cargo de incrementos no poder de controle, já que as estruturas top-down ainda eram utilizadas.
Após essas atualizações, diversas possibilidades e demandas continuaram a surgir. Foi graças às novas necessidades do mercado é que o Management 3.0 conquistou seu espaço. A seguir, contaremos mais sobre como essa versão influenciou os processos empresariais.

Qual o impacto causado na gestão?

O Management  redefine e amplia a ideia de direção de equipes, reforçando a necessidade de desenvolver a liderança corporativa, tornando-a mais do que um simples controle de demandas, tarefas e entregas.
A Gestão 3.0 trata da divisão de funções, valoriza o trabalho em grupo na busca por resultados e aproveita muito melhor as habilidades dos colaboradores de cada time, ajudando a manter a excelência nos resultados e a sustentabilidade como metas principais.
Esse modelo foi trazido para a realidade do nosso mercado por meio das startups e não simplesmente como uma ferramenta para alcançar padrões elevados na qualidade de produção.
É interessante notar o quanto a ascensão da tecnologia fez bem para o mundo corporativo ao reduzir a distância entre empresa e cliente, automatizar processos, aumentar a velocidade de operações e execução de tarefas e tornar o mercado mais ágil. Por conta disso, a eficiência nos processos passou a ser um requisito fundamental para garantir uma gestão de sucesso a longo prazo — um padrão que não pode ser alcançado com a metodologia tradicional.
Assim, o que acontece no Management 3.0 é a valorização de companhias que reduzam gastos e contem com boas soluções, resolvendo problemas com eficácia. Nesse cenário, a tecnologia é o maior dos recursos para evoluir e substituir meios ultrapassados de gerenciar rotinas, pessoas ou negócios inteiros, por exemplo.
Vale notar que o modelo de gestão tradicional ainda conta com muitos adeptos, visto que as maiores companhias foram criadas sob esses padrões. Entretanto, a adoção de métodos ágeis em substituição às práticas tradicionais tem se tornado cada vez mais comum, não apenas por conta das facilidades e melhorias, mas como uma necessidade para negócios que tenham perspectiva de crescimento.

Consequentemente, o ambiente de trabalho se tornou um aspecto mais valorizado, de modo que a busca pelo emprego ideal vai além da remuneração. Os profissionais agora buscam planos de carreira, bem-estar e a satisfação naquilo que fazem. Esse tipo de comportamento gera um impacto direto no padrão de gestão tradicional, de forma que gestores entendam a necessidade e realidade das mudanças.

Quais são os princípios do Management 3.0?

O Management 3.0 conta com 6 principais características. Confira quais são elas a seguir.

1. Manter equipes energizadas

Um negócio com rotinas eficientes precisa de times energizados. Isso significa que cada colaborador precisa estar motivado e ter a sua criatividade frequentemente estimulada pelos seus gestores.
Para fazer isso, é essencial que a empresa compreenda quais são as habilidades e características de cada profissional. Assim, será possível analisar quais estímulos favorecerão o negócio e, então, definir as técnicas corretas.

2. Desenvolver competências dos profissionais

Para aumentar a autonomia das equipes, por exemplo, esse processo é essencial. Afinal, se times autônomos não contam com habilidades atualizadas, alinhadas com o negócio e otimizadas frequentemente, então a companhia não poderá garantir qualidade, já que é muito mais provável que falhas ocorram.
Além disso, é mais fácil atingir metas e ter boa performance quando há uma equipe alinhada com os propósitos do negócio. Assim, é importante investir em treinamentos e no desenvolvimento de documentação com técnicas e feedbacks úteis, tornando a produção eficaz.

3. Empoderar times

Trabalhar com o empoderamento das equipes é um ponto de importância para que a empresa alcance a agilidade que o mercado exige. Quando há estímulo à autogestão, os colaboradores podem resolver problemas sem ter que consultar pessoas que nem sempre estão disponíveis ou passar por processos burocráticos.
Para tornar isso possível, é importante que os conhecimentos e padrões estejam alinhados. A melhor forma de fazer isso é confiar nas equipes e permitir que os profissionais tomem decisões de modo autônomo.

4. Alinhar restrições

Para garantir que a autonomia proposta funcione corretamente, é fundamental que os gestores alinhem seus propósitos com as equipes, de modo que tudo fique claro e objetivo. Dessa forma, haverá mais foco na entrega dos resultados necessários e pontos que precisem de prioridade serão devidamente abordados.
No desenvolvimento de projetos, essa questão envolve a boa definição do escopo, por exemplo. Assim, a organização conseguirá garantir que as atividades terão os objetivos desejados e ajudará a reduzir conflitos e o risco de não atender às expectativas do cliente.

5. Ampliar a estrutura da empresa

É comum que os gestores desejem ver o crescimento da empresa, mas, para isso, é importante que existam boas bases. Isso permite que o negócio seja escalável e o nível de qualidade das suas entregas se mantenha.
Assim, o negócio precisa de definições que facilitem a sua escalabilidade. É preciso pensar a longo prazo e, para isso, o ideal é investir em boas práticas, tecnologia e meios que facilitem a ampliação das capacidades da empresa, quando for preciso.

6. Melhorar os processos continuamente

Otimizar as atividades do negócio de modo contínuo também é um dos pilares da Gestão 3.0. Em toda conclusão de projeto, é preciso que a empresa avalie quais foram os resultados e experiências obtidos ali, identificando pontos em que as melhorias podem ser implementadas.
Isso é válido tanto para a maneira como as tarefas são executadas quanto para a organização dos colaboradores ou as características do trabalho de cada um deles. Dessa forma, a companhia conseguirá evitar erros a longo prazo e manter a sua competitividade em alta qualidade.

Quais são as empresas que utilizam o Management 3.0?

Agora que você entendeu o conceito do Management 3.0, deve estar se questionando como ele é aplicado nas empresas. Separamos abaixo alguns exemplos que podem ajudar nessa compreensão!

Pixar

Na Pixar, há um exemplo claro da ideia de melhoria contínua. Sempre que um filme é lançado, a empresa faz uma apresentação sobre quais aspectos deram certo e quais deram errado durante o andamento daquele projeto.
Aqui, a ideia ao citar erros não é a de menosprezar algum profissional, mas permitir que toda a equipe aprenda. Essa revisão ajuda a empresa a evitar erros e inconveniências futuras, assim como um dos princípios desse modelo de gestão recomenda.

Google

Considerando que, normalmente, as pessoas preferem lidar com projetos pessoais por causa da liberdade na criação e decisão de quando e como fazer, a Google disponibiliza 20% do tempo dos colaboradores para que eles desenvolvam projetos que achem válidos ou que trarão melhorias para algum setor da empresa.
Essa é uma ótima maneira de trabalhar a energização das equipes, já que seus colaboradores poderão escolher criar projetos nas suas áreas favoritas.

Zappos

Enquanto isso, a Zappos trabalha com o empoderamento de pessoas. Isso é feito com a eliminação daquele típico roteiro para realizar atendimentos via telefone. Dessa forma, os colaboradores no call center atendem aos chamados dos clientes à sua maneira, tornando tudo muito mais natural e autônomo.
A única regra é atender e servir bem a pessoa que está do outro lado da linha. Foi por meio dessa técnica, inclusive, que a Zappos conseguiu o prêmio de melhor atendimento ao cliente dos EUA, em 2018.

Taller

Já a brasileira Taller também faz uso do empoderamento de equipes ao colocar os colaboradores em primeiro lugar nas suas decisões, valorizando as características que tornam seus profissionais únicos com bastante bom humor e confiança.
Além disso, a empresa aderiu ao modelo do Lean Startup em suas atividades e sediou eventos relacionados ao mundo ágil, reforçando o compromisso com modelos de gestão otimizados.

Thoughtworks

Um outro exemplo prático é o da Thoughtworks, que implementa o princípio de ampliar a estrutura da empresa ao focar na excelência do desenvolvimento de software e prezar pela sustentabilidade no crescimento do negócio.

Qual é o papel do líder, nesse cenário?

O papel do líder no Management 3.0 é bastante claro: ele deve ser um facilitador, compreendendo plenamente o negócio, o mercado no qual a empresa atua, as necessidades do público que deseja atender e, ainda, a capacidade da equipe para desenvolver soluções criativas e úteis.
Hoje, ainda que seja um conceito recente, existem várias maneiras de aprender sobre esse tema. Diversos livros e cursos online para a sua carreira permitem ter o entendimento necessário e ajudam a despertar esse estilo de gestão no cotidiano do profissional, visto que esse modelo de gerenciar equipes consiste principalmente na mudança de postura dos colaboradores.
Além disso, um estudo realizado pela International Stress Management Association indica que mais de 70% dos brasileiros estão insatisfeitos com o seu trabalho. Os principais pontos levantados por esses dados são a falta de reconhecimento, excesso de atividades e problemas nas relações.
Isso ocorre porque o modelo tradicional de gestão prioriza os resultados e lucros do negócio, o sucesso de um produto ou a construção de uma marca que lidere o mercado. Enquanto isso, o Management 3.0 trabalha de forma diferente, incluindo os colaboradores na sua lista de prioridades.
Nesse novo modelo, há um estímulo da noção de propósitos — o motivo da existência do negócio e as vantagens que determinado produto ou serviço trará para seu público. Para o líder, isso significa estar atento às necessidades não apenas dos clientes, mas também dos profissionais que atuam dentro da empresa, utilizando seus talentos em prol dos objetivos.

O que é preciso para ser um Gestor 3.0?

A melhor decisão é priorizar a liberdade dos colaboradores e colocar apenas as restrições que sejam indispensáveis para o andamento alinhado do projeto. Essas restrições são necessárias pois os gestores têm receio de perder o controle do andamento do projeto quando os times tomam decisões. Enquanto isso, é comum que profissionais criativos nem sempre saibam como assumir determinada responsabilidade.
Portanto, nota-se que assim como há um problema com a autonomia de equipes na gestão tradicional, também existem problemas no excesso de delegação de tarefas. Consequentemente, o nível ideal de delegação passa a ser um equilíbrio entre esses dois extremos. A autonomia depende, portanto, do contexto.
Também é importante frisar que um sistema com controle distribuído entre seus componentes ajuda a evitar desentendimentos e tem mais chances de sucesso. Para ser um bom Gestor 3.0, é preciso estar ciente disso.

Como implementar a Gestão 3.0 na empresa?

Para implementar as propostas do Management 3.0, é preciso que diversas decisões sejam tomadas. Inicialmente, há a necessidade de mudança na forma como a organização realiza a gestão de pessoas. Essa mudança é importante pois os profissionais passam a ter uma prioridade maior.
Outro aspecto é que o futuro da área de Recursos Humanos baseia-se nas tecnologias de Big Data e Machine Learning. Ao contar com essas tecnologias, o gestor pode ganhar vantagem e gerenciar equipes com facilidade, pois terá argumentos mais embasados para justificar suas decisões.
Os dados obtidos por meio dessas ferramentas também poderão ser úteis para análises financeiras mais precisas, melhorando o estabelecimento de metas e garantindo sucesso de longo prazo à organização.
Além disso, a terceirização é uma alternativa interessante, pois, além de auxiliar na redução de custos, permite que a empresa foque a sua especialidade, já que não terá que se preocupar com uma série de tarefas que não estão ligadas especificamente ao seu negócio e que podem ser realizadas por parceiros.
Os gestores também podem adotar conceitos do Management 3.0 ao simplesmente considerar que seus colaboradores são peças-chave para o desenvolvimento da empresa. Nesse aspecto, implementar técnicas como o Lean Thinking, que conta com ideias compatíveis com as da Gestão 3.0.
Por fim, a partir do momento que os times passam a ter mais autonomia, é necessário cuidar da gestão de riscos de modo atencioso e competente, evitando problemas que resultem no questionamento da equipe sobre a eficiência do conceito.
Não há dúvidas de que a Gestão 3.0 é uma forma eficiente de melhorar o gerenciamento de processos e relações da empresa. Essa metodologia favorece a melhoria contínua de processos, a localização rápida de soluções e alternativas, estimula a criatividade, empatia e outras soft skills que ajudarão os negócios na conquista de suas metas e de competitividade no mercado — tudo isso enquanto gera mais satisfação na vida profissional dos seus colaboradores.
É preciso lembrar, entretanto, não apenas da possibilidade de contar com livros sobre desenvolvimento de carreira, mas também das responsabilidades com a busca pelo desenvolvimento profissional e o aprimoramento de competências, de forma que todos os benefícios possam fazer parte da realidade do negócio.
Entendeu como o Management 3.0 pode ajudar a empresa? Quer se preparar para implementar essas mudanças no seu negócio? Então confira o guia de preparação para uma posição de liderança que preparamos para você!

 

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