Formação Desenvolvedor Full-Stack: O que aprender? INFOGRÁFICO

O Desenvolvedor Full-Stack é um dos profissionais em alta na mercado. O que é preciso aprender para nessa Formação? Veja no Infográfico!

Autor: Redação Impacta

Com o mercado cada vez mais digital, o Brasil enfrenta hoje um deficit de profissionais de desenvolvimento de aplicações capacitados para atuar nas mais diversas demandas e empresas. Isso quer dizer que sobram vagas para profissionais especializados e atualizados!

As oportunidades de trabalho continuaram crescendo inclusive durante a pandemia, com possibilidade em grandes empresas multinacionais e em companhias locais menores, que cada vez mais precisam se adaptar ao cenário online.

Nessa área, um dos profissionais que mais têm se destacado é o Desenvolvedor Full Stack! Essa valorização no mercado se deve ao foto de poder acompanhar um projeto de desenvolvimento sistemas por completo, já que une conhecimentos tanto sobre front-end quanto back-end.

O salário do Desenvolvedor Full Stack também não deixa a desejar. No início de carreira, esse profissional pode ter um salário de R$ 4.500,00. Conforme o tempo de experiência, certificações e novos conhecimentos, esse salário pode chegar a cerca de R$ 11.900,00.

Mas qual é a #JornadaFullStack para uma ter carreira de sucesso na área? O que é preciso aprender? Para ajudar na sua trilha, preparamos uma Formação Especial que te garante conhecimento prático para se destacar no mercado. Veja nosso Infográfico:

Formação Full Stack

O que aprender na Formação Full Stack?

1 – Lógica de Programação

O primeiro passo na jornada de qualquer desenvolvedor é conhecer a Lógica de Programação, que será a base para o desenvolvimento e uso de linguagens de programação, conhecendo princípios como algoritmos, sistemas de numeração, variáveis, entre outros.

É o curso mais básica, mas não por isso menos importante, da sua trilha de aprendizado.

2 – Front-End

A parte de um site ou aplicação que o usuário visualiza e interage é de responsabilidade do  programador front-end, que deve incorporar os elementos artísticos (design, imagens, cores, layout etc.) e funcionais (responsividade, menus, scripts etc.) do site de uma empresa.

Para criar as aplicações, o profissional precisará conhecer e se capacitar em tecnologias e linguagens de marcação e programação, como HTML5, CSS3 e JavaScript, por exemplo.

Há uma série de tecnologias e funcionalidades para tornar o trabalho de front ainda mais completo e diversificado, aqui a dica a testar e encontrar as melhores opções para se especializar!

3 – Back-End

Já a parte de Back-End é a responsável pelos aspectos de código, integrações e bancos de dados do site, garantindo que todas as funcionalidades sejam executadas perfeitamente, ou seja, que os planos sejam colocados em prática e tragam o resultado esperado.

Sendo assim, o desenvolvedor Back-End deve saber fazer a comunicação com o servidor, estabelecer a ligação entre APIs (Application Programming Interface ou Interface de Programação de Aplicações) e o banco de dados, além de construir a estrutura do site com uso de linguagens de programação.

Nessa etapa da Jornada, o Full-Stack também deve escolher entre as variadas opções de tecnologias de Back-End para se especializar. São diversas opções e é possível conhecer e aproveitar muitas delas em trabalhos e projetos diferentes, mas algumas das principais são na plataforma .NET, Java ou PHP.

Está esperando o que para começar a sua Jornada na Formação de Desenvolvedor Full-Stack? Venha conhecer:

formação full-stack

 

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