5 habilidades que um desenvolvedor back-end deve ter

O desenvolvedor back-end é um dos profissionais mais importantes na construção de apps e sites. Saiba quais as habilidades ideais para se dar bem na (...)

Autor: Redação Impacta

Não pode ler esse artigo agora? Ouça a matéria no Player abaixo:

Quando você acessa um site e encontra tudo redondinho, com fácil interação e todos os elementos e ações funcionam rapidamente, dá uma tremenda satisfação, não é? Você já se perguntou o que está por trás desse trabalho? São as capacidades de um desenvolvedor back-end!
Navegar em um site por meio de menus, aplicações e links só é viável devido ao trabalho feito nos “bastidores” do projeto, ou seja, a atuação do back-end. Esse trabalho é composto pela união de um front-end, um banco de dados e um servidor, que, juntos, possibilitam o pleno funcionamento de qualquer página da internet.
Mas, afinal, o que esse profissional precisa saber para entregar uma interface amigável para a nossa comodidade? A seguir, vamos falar um pouco sobre as principais habilidades necessárias para assumir essa tarefa. Acompanhe!

1. Conhecer linguagens de programação

O desenvolvedor back-end é encarregado de fazer o planejamento, a construção, a implementação e a manutenção da estrutura tecnológica que constituem a base de um site. Sem esse trabalho, nada na internet pode funcionar, já que tudo está integrado ao mecanismo conectado aos servidores.
Para facilitar o entendimento, podemos fazer uma analogia com a infraestrutura de um palco antes da apresentação de um show: existe a equipe responsável pela instalação e teste dos equipamentos de som, mantendo tudo em ordem e funcionando perfeitamente para que os músicos tenham a melhor performance. No caso, a função dessa equipe seria equivalente à do back-end na construção de uma plataforma on-line.
O back-end é comparável ao “cérebro” do site — é essencial para sustentar o sistema, mas não pode ser visto do lado de fora pelos usuários. Suas tarefas são abstratas em diversos momentos, uma vez que não há contato constante e direto com a parte de layout e design, o que faz desses profissionais autênticos adoradores de códigos e linguagem de programação.
Para um back-end, é fundamental ter conhecimentos avançados e saber programar usando uma listinha de linguagens, como: PHP, Ruby on Rails, Node.js, Python, Java etc. As linguagens HTML e CSS já estão na base do conhecimento até mesmo de profissionais de comunicação, com o intuito de agilizar o conteúdo de blogs e sites. Um programador back-end, no entanto, precisa dominar muito mais.
Além desses aspectos técnicos, um desenvolvedor com esse aparato de especialidades precisa ser muito bom em raciocínio lógico, pois deve pensar em códigos estáveis, gerenciáveis e confiáveis.
Mais do que capacidade para resolver problemas, é necessário prevê-los a fim de impedir erros constantes. Além disso, é preciso ter foco e organização, uma vez que atenção absoluta aos detalhes e paciência são atributos indispensáveis para testar os códigos.

2. Administrar bancos de dados e gerenciar servidores

Esses são conhecimentos fundamentais para um programador back-end. Um servidor é um computador ou software com um sistema centralizado, responsável pelo fornecimento de serviços para uma rede de computadores — conhecidos como clientes.
A diversidade de servidores existentes é razoável: Proxy, FTP, DNS e outros. Soma-se a isso a importância de se conhecer linguagens como: Python, Ruby, PHP, e ASP.NET, além do domínio de bancos de dados, conhecidos como database, que são as bibliotecas repletas de informações.
Esses bancos são os responsáveis por tornar os sites dinâmicos. Toda vez que alguém faz uma busca dentro em um site, é o banco de dados que encontra e apresenta o que foi solicitado. Ele é acessado pelos usuários de forma indireta, por meio de uma aplicação externa.
Para que essas informações sejam acessadas, é necessário utilizar uma linguagem conhecida como SQL. A maioria das databases existentes e que precisam ser dominadas pelos desenvolvedores são: MySQL, MongoDB, SQL Server, Oracle, PostgreSQL e NoSQL.
Pensando, ainda, em um trabalho de comunicação mais interessante em equipe, é preciso estar por dentro das tecnologias front-end, como: HTML, CSS e JavaScript, além de UX e UI.

3. Conhecer os conceitos UX e UI

O papel de um bom desenvolvedor é criar projetos com aplicações diferentes. Por isso, saber usar os conceitos de UX (Experiência do Usuário) e UI (Interface do Usuário) é muito importante e determinante para o sucesso na área.
Hoje, as empresas procuram por profissionais que dominam esses conceitos para atender ao público com sites, blogs e outros canais de forma eficiente, fluida, agradável, com um bom design e que entreguem uma experiência incrível.
Os clientes precisam encontrar o que procuram de maneira rápida, consistente e, de preferência, com um visual encantador, que encha os olhos e os motivem a buscar sempre mais naquele lugar.
No entanto, o mais relevante de tudo é a funcionalidade, principalmente se o site em questão é de e-commerce, pois, nesse caso, o usuário pode ficar imensamente frustrado se não conseguir efetivar uma compra ou outra ação qualquer durante a sua visita.

É por isso que, em qualquer plataforma, seja um blog ou um site, é sempre fundamental atingir o objetivo principal, ou seja, uma navegação satisfatória sem falhas no sistema, além de entregar tudo o que o cliente espera encontrar lá.

4. Conhecer infraestrutura de TI

O domínio em infraestrutura de TI para um desenvolvedor front-end é algo que pode elevar a sua expertise a um patamar superior. Isso porque, nessa área e na de desenvolvimento de software, sempre existiram alguns atritos na hora de reproduzir a aplicação de um software no ambiente de produção.
O problema todo é gerado por falta de compatibilidade, resultado da preocupação exclusiva da área de desenvolvimento com a elaboração da aplicação. No momento em que essa etapa do trabalho é entregue para a equipe de produção, o software apresenta bugs e crashs.
Essas discrepâncias ocorrem quando a área de desenvolvimento não elabora a aplicação alinhada à infraestrutura estabelecida na organização para quem o serviço está sendo prestado. Daí a necessidade de se criar uma compatibilidade entre a equipe de desenvolvimento e a de infraestrutura.
É aí, também, que entra o diferencial de um desenvolvedor back-end que entenda muito sobre infraestrutura de TI e sistemas, como Microsoft Linux.

5. Entender de acessibilidade e segurança

Os últimos acontecimentos envolvendo o alto escalão do governo em alguns países de grande importância econômica, bem como o vazamento de informações pessoais em determinadas redes sociais, nos deram o panorama exato do quanto a segurança deve ser tratada como prioridade.
Hoje, esse é um dos problemas mais evidentes e importantes a serem enfrentados por desenvolvedores na hora de lidar com sistemas, que, em muitos casos, estão vulneráveis aos ataques mais simples. Assim, é indispensável que o profissional esteja atento e siga as melhores práticas no quesito segurança.
Os serviços de TI cresceram muito nos últimos anos e, com isso, a área de desenvolvimento de soluções para web também ganhou notoriedade e importância. Esse cenário levou a população a olhar para essa profissão com olhos mais amigáveis, reconhecendo a necessidade de investir nessa função.
Considerando todos esses pontos, é essencial que o desenvolvedor back-end esteja sempre antenado, buscando aprendizado constante na sua área de atuação, se mantendo, assim, à frente no conhecimento de um segmento que não para de evoluir.
E então, deu pra entender quanta expertise um desenvolvedor back-end precisa ter para se dar bem na área? Aproveite e compartilhe este conteúdo nas redes sociais para manter seus contatos informados sobre o assunto!

Deixe o seu comentário!

Não perca nenhum post!