Projeto de Inteligência Artificial é capaz de detectar 85% dos ciberataques

Um grupo de pesquisados do MIT está trabalhando em um projeto de Inteligência Artificial que é capaz de detectar até 85% dos ciberataques. Confira!(...)

Autor: Bruno Saes

O mundo todo vem sofrendo com ataques à segurança da informação nos últimos anos, com alvos nas mais diferentes esferas como órgãos governamentais e grandes empresas. O desafio de evitar os ciberataques é sempre gigante, mas um grupo de pesquisados do MIT – Instituto de Tecnologia de Massachusetts, nos EUA, quer facilitar essa defesa.

Os cientistas trabalham na criação de sistema de inteligência artificial capaz de identificar e interromper os ciberataques contra a privacidade e segurança.

O programa chamado AI² analisa dezenas de milhões de dados e registros por dia, sendo capaz de detectar 85% dos casos, facilitando o trabalho de analistas e evitando a perda de tempo com ameaças falsas.

Como funciona o projeto de Inteligência Artificial que detecta ciberataques?

AI2 - o projeto de Inteligência Artificial que detecta ciberataques

O AI², abreviação de Artificial Intelligence ao quadrado, analisa os dados para detectar atividades suspeitas, como login incorreto. Após fazer a detecção, o programa agrupa os dados e apresenta suas conclusões aos analistas humanos que identificam quais ataques são reais.

Com essa intervenção humana, o AI² aprende e leva como feedback para as próximas investigações. Ou seja, quanto mais o projeto de Inteligência Artificial trabalha em conjunto com analistas, menos discrepâncias ele apresenta.

Veja o vídeo (em inglês) que apresenta o AI²

Os pesquisadores afirmam que o sistema é cerca de três vezes melhor do que outros programas de análise e reduz o número de falsas ameaças em 5.

Entretanto, o AI² não tem a intenção de eliminar os analistas humanos, já que os ataques estão em constante evolução. “Precisamos de analistas para manter a sinalização de novos tipos de eventos. Este sistema não se livra dos analistas, mas aumenta a necessidade deles“, afirmou o cientista Kalyan Veeramachaneni, líder da pesquisa.

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