A vez dos tablets

Autor: Redação Impacta

Por Tatiane Santos
O tecnologia não para. E o mercado também não. Desde a década de 30, quando o alemão Konrad Zuse montou o primeiro computador do mundo, o Z1, que fazia cálculos complexos para a época, os computadores evoluiram bastante na funcionalidade e no layout.
Aquelas máquinas com tela de tubo parecem quase jurássicas comparadas com os novos modelos. O futuro sentecia: os notebooks tomarão o espaço dos desktops, os netbooks passaram a ocupar a função dos laptops tradicionais e o tablets ficarão nos lugares dos netbooks. Assim preveem os fabricantes Aple e Asus.
 
Se depender das adaptações para conteúdo a profecia é certa. A Cisco estima que em 2015, o tráfego de dados em portáteis avançará 190%. Isso significa que o acesso à internet será cada vez por tablets do que por laptops e smartphones.
Para isso, os consumidores brasileiros dispõem, no momento, de dois produtos:
IPad – fabricado pela Apple com sistema operacional iOS 4.2
Galaxy Tab – da marca Samsung, com sistema Android 2.2
Tablet
Os preços das peças variam de R$ 1.649 à R$ 2.699. Mas novos modelos como Slider, Memo e Transformer, da Asus, devem dividir as opiniões nos próximos semestres. Os três rodam o Android, sistema operacional do Google, mas trazem alguns diferenciais.
O primeiro tem teclado que desliza pela tela. O segundo é o mais compacto e o último é um misto de netbook e de tablet com tela descartável. Hoje a preferência é pela Apple, empresa tecnológica considerada em 2011 como a mais valiosa do mundo.
Referente ao conteúdo, boa parte das informações virão do consumo de jornais e revistas e do setor educacional. O primeiro a entrar no mercado foi o jornal “The Daily” criado especificamente para ser acessado pelo iPad. O novo formato de mídia atrai leitores que buscam interatividade com o conteúdo.
A partir dessas novas possibilidades, diversos lançamentos devem movimentar o mercado de tecnologia da informação. Muitas vagas surgirão para os profissionais que trabalham com os programas de dispositivos móveis. Difícil mesmo é imaginar quais os limites de evolução tecnológica.
Fonte: Folha de S. Paulo (1 e 4 de fevereiro de 2011 / Caderno Mercado)
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