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Tire 7 dúvidas sobre a profissão de Desenvolvedor Full Stack

Se você busca o sucesso profissional na área da tecnologia, mas ainda não definiu exatamente em qual ramo pretende atuar, saiba que tornar-se um Desenvolvedor Full Stack pode ser uma opção promissora. Afinal, na área de TI, cada vez mais se procuram profissionais multidisciplinares a fim de suprir demandas do mercado.

Neste post, respondemos 7 perguntas sobre a carreira de Desenvolvedor Full Stack para você entrar de vez nessa profissão. Boa leitura!

1. Como atua esse profissional?

O Desenvolvedor Full Stack atua com desenvolvimento de sistemas. A função possui esse nome porque esse profissional deve saber tanto sobre front-end quanto back-end.

O front-end é aquilo que está “na frente”, ou seja, o que é visto pelo usuário. Imagine um e-commerce no qual diversos produtos são disponibilizados na tela com o nome de cada produto e a descrição. O desenvolvedor front-end é responsável por organizar toda essa informação de forma que fique clara e intuitiva para o usuário.

Já o back-end é aquilo que está “por trás”, o que o usuário não vê. É toda a comunicação com o servidor. Quando um usuário realiza uma compra em um e-commerce, como na situação acima, ela precisa ser registrada em algum lugar para que a empresa saiba quem comprou o produto, qual mercadoria foi adquirida e para onde ela deve ser enviada.

Algumas empresas empregam desenvolvedores para atuar somente no front-end e outros apenas no back-end. Contudo, muitas vezes, as companhias buscam profissionais que tenham conhecimentos em ambos, a fim de desempenharem seu papel como full stack.

2. Como se tornar um Desenvolvedor Full Stack?

Para trabalhar como Desenvolvedor Full Stack, pode ser muito importante ter uma graduação relacionad a desenvolvimento de sistemas. Além da graduação, também é importante possuir certificações.

As certificações da MCSA Web Applications, da Microsoft, são um exemplo valorizado no mercado de trabalho, uma vez que ela qualifica o profissional para atuar em um cargo de desenvolvedor web ou administrador web.

A MCSA é composta por outras certificações menores, como:
  • MCSE: Aplicativos de Negócio;
  • MCSE: Cloud Platform and Infrastructure;
  • MCSE: Data Management and Analytics;
  • MCSE: Mobility e
  • MCSE: Productivity.
Outra prova importante, principalmente para atuar no back-end, é a Oracle Certified, que prepara o profissional para atuar com banco de dados.

Tire dúvidas sobre a profissão de desenvolvedor full stack

3. Deve-se começar aprendendo front-end ou back-end?

Muitas pessoas que apresentam interesse em ingressar na carreira de full stack se perguntam se devem começar aprendendo front ou back-end. A verdade é que não existe uma resposta correta. É possível começar de ambas as formas.

Se você começar aprendendo front-end, terá uma noção melhor dos tipos de dados e informações que precisarão ser armazenados no banco de dados. Sendo assim, quando você iniciar o aprendizado sobre back-end, já terá um sistema funcional, faltando somente inserir dados dinâmicos.

Apesar disso, algumas pessoas preferem aprender os dois simultaneamente, desenvolvendo o front e o back-end de cada funcionalidade antes de passar para a próxima.

4. Como é a rotina de trabalho?

O profissional full stack tem outras obrigações além do desenvolvimento em si. Ele precisa constantemente participar de reuniões com o cliente para levantamento de requisitos do sistema. Além disso, precisa estar alinhado com o restante do time, principalmente com os designers, que deverão definir a aparência do sistema.

Manter o código bem documentado também faz parte da rotina do profissional. Isso é importante para que ele mesmo consiga executar a manutenção no sistema e os próximos responsáveis entendam como funciona cada função.

Por fim, esse profissional precisa estar sempre atualizado com as tendências da área de desenvolvimento de sistemas e segurança da informação a fim de que possa aplicar as melhores práticas no seu trabalho.

5. Como é o mercado de trabalho para esse profissional?

O mercado de trabalho não poderia ser melhor. O Brasil tem um deficit de profissionais de desenvolvimento capacitados. Isso quer dizer que sobram vagas! Existem oportunidades de trabalho em grandes empresas multinacionais e em companhias locais menores.

O salário do Desenvolvedor Full Stack também não deixa a desejar. No início de carreira, esse profissional pode ter um salário de R$ 4.500,00. Conforme o tempo de experiência, certificações e novos conhecimentos, esse salário pode chegar a cerca de R$ 11.900,00. Além disso, um Desenvolvedor Full Stack pode montar a própria empresa e sair à procura de seus próprios clientes. Pelo fato de esse profissional saber tanto de front-end quanto de back-end, é possível que ele consiga desenvolver sistemas menores sozinho. Ou seja, empreender na área também é uma possibilidade.

6. Quais habilidades técnicas são esperadas?

Tornar-se um Desenvolvedor Full Stack não é algo que acontece do dia para a noite. É preciso muito estudo e ter uma grande variedade de habilidades, como user experience, controle de versionamento, tecnologias back-end e tecnologias front-end.

User Experience

O primeiro item técnico que podemos destacar é a UX (User Experience). Ou seja, saber como organizar as informações na tela de forma que tudo fique intuitivo e agradável para o usuário. Pode parecer simples, mas, quando um sistema possui muitas funcionalidades, a UX costuma ficar cada vez mais complexa.

O controle de versionamento

Um Desenvolvedor Full Stack normalmente não trabalha sozinho em um sistema. Empresas grandes costumam ter times de desenvolvedores trabalhando juntos. Dessa forma, cada funcionário atua em uma funcionalidade da aplicação para depois juntá-las na versão final.

Programas que gerenciam as versões têm essa finalidade, além de possibilitar voltar uma versão caso a atual tenha dado algum tipo de problema. Alguns exemplos de tecnologia de versionamento é o Git e o SVN.

Tecnologias de back-end

É preciso utilizar linguagens de programação para realizar a comunicação com o servidor. Para isso, linguagens como JavaScript, Java, C# e PHP são as mais utilizadas. Já para o banco de dados é possível utilizar MongoJS e MySQL.

Tecnologias de front-end

Por fim, para atuar no front-end é preciso conhecer JavaScript, HTML e CSS. Alguns frameworks de front-end também são muito requisitados, como o Angular e o React, pois eles facilitam o desenvolvimento da interface e lógica do negócio.

7. Quais habilidades comportamentais são importantes?

Um dos itens mais importantes desse profissional é a capacidade de aprender sozinho. Muitos problemas requerem uma solução inovadora e, para tanto, o desenvolvedor deve estudar meios de descobrir essa solução.

Apesar disso, também é importante saber trabalhar em grupo e discutir suas ideias e preocupações com outros membros para que, juntos, possam chegar a uma solução. Por fim, gostar de desafios é essencial, pois seu dia a dia será repleto de obstáculos a vencer.

Com este post nós respondemos todas as suas perguntas sobre o Desenvolvedor Full Stack. Deu para notar que esse profissional precisa de muito estudo e que não faltarão possibilidades de trabalho nessa área com salários gratificantes.

Tenha em mente que as habilidades comportamentais são tão importantes quanto as técnicas e para se sobressair. Portanto, é preciso investir e se dedicar em ambas.

Gostou do post e quer saber mais sobre as carreiras de desenvolvedor front-end, back-end e full stack? Então aproveite a sua visita, leia nosso post e fique por dentro!
  1. Antonio Carlos Gomes

    Essa escola , possui CREDIBILIDADE , sou do Rio de Janeiro e me lembro do slogan “SÓ DÁ IMPACTA !!! ” , “SÓ DÁ IMPACTA !!! ” , “SÓ DÁ IMPACTA !!! ” , “SÓ DÁ IMPACTA !!! ” , ….nunca entendi porquê saiu do Rio e porquê os novos , funcionários dessa empresa sequer sabem isso…..

    Responder

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