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Entenda tudo sobre Web Design

Dificilmente a tecnologia se tornaria popular num mundo visual como o nosso se não fosse pelo web design. Não à toa, essa é uma área tão necessária e com tão boas oportunidades profissionais.

Se você é fascinado por inovação tecnológica, mas tem um lado artístico e curiosidade estética, vale a pena começar a adquirir conhecimento na área. Se não tiver, esteja certo de que entender os conceitos básicos de design vai ser fundamental para o seu futuro em qualquer área tecnológica que seja.

Na verdade, servirá para qualquer outra área, já que o bom gosto visual e a capacidade de “falar a mesma língua” do web designer que trabalha com você podem ser os diferenciais para alcançar o sucesso profissional e uma posição de gerência. Entenda melhor.

1. O que é o web design?

A questão principal do web design é a harmonia entre beleza e funcionalidade. Afinal, nem tudo que funciona agrada o olhar, e nem tudo que é bonito é útil.

Mas se um meio-termo puder ser encontrado — e esse profissional é especialista nisso — é possível fazer com que uma coisa ajude a outra e criar uma verdadeira experiência de uso.

A maior parte das áreas no campo da Tecnologia da Informação forma profissionais excepcionais em “falar a língua” dos computadores.

Eles dominam uma lógica não humana, são incrivelmente analíticos e detalhistas para não deixar passar nenhum detalhe ou bug, e têm uma visão apurada de tudo que está por trás de um programa.

Mas o profissional que adapta essa “língua” para a nossa realidade é o web designer.

A ponte entre as pessoas e os computadores

Há um aspecto humano nesses softwares, sites ou plataformas que é tão importante quanto a sua funcionalidade. Afinal, somos o motivo de tudo isso ter sido criado, e a maior parte de nós não entende nada de programação.

O web designer trabalha com o conceito de interface. Numa explicação não técnica, isso quer dizer que ele cria a parte visual que “traduz” toda a pesada linguagem de programação para quem opera a máquina. Talvez você não tenha reparado, mas uma das formas de fazer isso tem sido tornar a tela do seu computador ou dispositivo móvel a mais parecida possível com o espaço da sua vida real.

Não entendeu? Simples. Imagine a área de trabalho do Windows ou de um dispositivo Android. Ela é uma imitação de um espaço físico qualquer onde alguns itens estão dispostos e você vai até um deles para interagir.

É quase como estar no supermercado, escolher um produto qualquer numa das prateleiras e pegá-lo para examinar de perto.

Parece bobo, mas você já parou para pensar quanto tempo pode ter levado para alguém pensar nisso? É uma solução de web design que deu incrivelmente certo, pois, salvo poucas modificações, é a mesma usada por qualquer site ou sistema operacional que você já viu.

Nossa forma de interagir com as coisas — no mundo real ou virtual — tem algumas regras visuais bem específicas. Os web designers dominam essas regras e as utilizam com fluência. Vamos falar mais sobre isso no próximo tópico. Antes, porém, há outra função do web design que deve ser citada.

Um braço do marketing

O design de um aplicativo web, programa, blog ou site não é apenas uma interface.

Ele é, também, parte muito importante da identidade visual da marca que está por trás. Assim, o conhecimento e o trabalho diário da maior parte dos web designers passa a incorporar o conhecimento de uma das áreas do marketing: o branding.

E é quando entra no terreno do marketing que o lado artístico do profissional é mais utilizado. A beleza do website deve servir para gerar sensações no visitante que o induzam à compra ou a pular etapas do funil de vendas.

Além, claro, de facilitar sua navegação e permitir uma interação maior com a marca, da forma mais positiva possível.

Entenda tudo sobre Web Design

2. O que faz um profissional de web design?

Portanto, embora trabalhe na área de tecnologia, o web designer é uma espécie de artista do computador. Ele concilia beleza, utilidade e experiência de navegação.

Podemos dizer que a sua função faz parte da área de TI, mas que ele recebe uma formação muito mais próxima do designer gráfico do que de um programador.

Utiliza elementos da arte e da programação

Ele deve estudar as cores e a psicologia por trás delas, os tipos mais funcionais de disposição de elementos gráficos na tela e como nosso olhar é conduzido por desses elementos.

Seus softwares são os mesmos usados pelos designers: Photoshop, Illustrator e InDesign (ou mesmo o CorelDraw), entre outros. São programas voltados para a criação artística de elementos gráficos.

Isso não significa dizer que esse profissional seja apenas um artista trabalhando entre programadores. Ele também precisa compreender e conseguir utilizar os fundamentos de programação.

Afinal, ele precisará lidar com modificações estéticas em páginas da internet, por exemplo, que só vão poder acontecer se o código-fonte do site for alterado.

Se você pretende entender um pouco mais dessa área — e vem de outro segmento profissional tecnológico ou de TI — saiba que os seus conhecimentos das linguagens HTML5, XML, XHTML e scripts como PHP, Javascript, CSS e ASP, embora não sejam obrigatórios, vão ser muito bem-vindos.

Sem mencionar os gerenciadores de bancos de dados MySQL — utilizados pela WordPress, empresa proprietária do CMS mais usado para a criação de websites na atualidade — e PostgreSQL.

Concilia habilidades diversas

Agora, se tudo isso que falamos nos últimos dois parágrafos soaram grego para você, não tem problema. Saiba que o conhecimento que um web designer deve ter desses assuntos não precisa ser tão aprofundado quanto o de um programador.

Quando dissemos que ele é uma espécie de artista com conhecimentos técnicos de aplicações web, não foi à toa.

A criatividade é a matéria-prima do trabalho desse profissional, já que não há uma fórmula de design que possa ser aplicada a todos os sites. Para falar a verdade, a quase totalidade das empresas que contrata um web designer quer mesmo é se destacar com um layout diferenciado.

Por isso, sua formação mistura elementos tão diversos quanto a programação, história da arte, artes gráficas, psicologia, mistura das cores, composição (a forma como as imagens são estruturadas e diagramadas), processo de criação e fotografia.

3. Qual a importância do web design no mercado?

Será que vale a pena investir nessa área? Qual a sua relevância no mercado atual? Confira 3 evidências que provam a importância dessa profissão!

É uma profissão incrivelmente necessária e promissora

Com a universalização da internet, as pessoas passaram a comprar, interagir, jogar e se relacionar de forma geral online. Ou seja, os aplicativos, softwares, websites, e-commerces, games, plataformas, blogs e fóruns estão a todo vapor nos dias de hoje. E o mais provável é que essas atividades se intensifiquem.

Por isso, o setor tem uma projeção muito positiva: essa profissão só tem a crescer nos próximos anos, e isso está longe de mudar.

O que já faz a nossa análise do mercado de trabalho para o web designer começar com uma afirmação muito otimista? Oportunidades de emprego não faltarão durante um bom tempo para quem tiver ao menos algum tipo de especialização nessa área.

Além do mais, essas oportunidades não são só numerosas. Elas são muito variadas também. Por exemplo, se o seu perfil é o de participar do meio corporativo, você vai poder atuar em agências de desenvolvimento web, marketing, propaganda, portais de notícia, jornais ou revistas online e no departamento de comunicação de todo tipo de empresas.

Ou, ainda, em produtoras de vídeo — a tendência é que a produção de conteúdo em vídeo cresça muito na internet nos próximos anos — cinema e audiovisual, Organizações Não Governamentais (ONGs) e muito mais.

Pode ser exercida como empregado ou freelancer

Agora, se a rotina de oito da manhã às seis da tarde não anda fazendo mais o seu tipo, há várias opções para um web designer autônomo.

Você pode atuar como freelancer, abrir sua própria microempresa individual (ou seja, se tornar MEI) e prestar serviços em sua casa mesmo, cumprindo metas, mas fazendo o seu próprio horário.

Essa opção envolve riscos maiores, mas também a possibilidade de ganhar muito mais. E, sendo o mercado do web design muito amplo, variado e em constante desenvolvimento, não dá para ter projeções que não sejam otimistas para os empreendedores da área.

Um dado muito animador para esse setor — fruto de uma pesquisa de 2013 sobre algo que, embora não tenha sido medido novamente, não teve ter mudado de lá para cá — é que 41,1% do faturamento anual das empresas veio de funções desempenhadas por um web designer.

Não é difícil entender um número otimista como esse, uma vez que vivemos a transição do marketing para o ambiente digital e que uma parte grande — e crescente — da divulgação online das empresas passa pelo talento e dedicação de um bom web designer.

Está em constante evolução e aprimoramento

Porém, tantas vantagens também têm seu outro lado: a profissão de design evolui continuamente, e isso dá trabalho.

Há tendências visuais que aparecem e se popularizam. Como dão resultado rápido, passam logo a ser utilizadas por muita gente. O marketing é uma área muito dinâmica e inovadora, mas muita gente ainda prefere investir em tendências e fazer o que dá resultado certo.

A consequência disso é que certas “modas” ou padrões visuais para aplicativos web e sites, depois de um tempo, geram uma certa saturação e desaparecem rapidamente.

Isso significa que um bom web designer deve se manter atualizado e nunca parar de aprender. Mas isso também não é nenhum problema. Há inúmeros cursos de atualização em qualquer área tecnológica, boa parte deles centrada em novas tendências. Além do mais, você já deve saber: quanto mais a gente aprende, mais fácil fica de aprender, não é mesmo?

Essa dinâmica do mercado de web design é especialmente interessante para aquelas pessoas dinâmicas e inquietas que não têm muita paciência de passar a vida toda fazendo as mesmas coisas.

Algo que se encaixa perfeitamente no perfil do profissional de marketing, de artes visuais e qualquer outro artista, aliás, é a programação.

Para entender na prática toda essa dinâmica técnica e artística da vida profissional de web design, vamos dar uma olhada em dois conceitos muito importantes para quem é da área.

4. UX e UI em web design

Desde que começamos este artigo, falamos bastante sobre como o trabalho do web designer acontece para melhorar a relação entre a programação e as pessoas.

As duas siglas que aparecem no título deste tópico já são relativamente antigas, mas ainda assim despertam dúvidas e confusão na cabeça de muita gente que pesquisa o assunto e até de profissionais da área.

Estamos falando do UX, ou User Experience (Experiência do Usuário, em português) e do UI, ou User Interface (Interface do Usuário).

User Interface (UI)

A interface do usuário é um assunto bem técnico. Podemos defini-la — ou tentar, porque esse é um assunto bem controverso até mesmo no meio do design e da programação — como o conjunto das funcionalidades que permite que as pessoas interajam com os softwares, aplicativos e websites.

Como mostramos, há uma série de elementos que facilitam essa interação. Recriar virtualmente o nosso ambiente físico é quase uma necessidade para que ela seja bem-feita.

Daí, espacialmente falando, tudo que imita nossa forma de nos relacionarmos com nossos sentidos vai ajudar a operar o Microsoft Word, por exemplo — que usou as antigas máquinas de escrever como ponto de partida para ser criado.

Outra demonstração de como a Interface do Usuário é importante foi a dificuldade que muitas pessoas tiveram — e os mais velhos ainda têm, nos dias de hoje — de compreender o conceito de hiperlink.

Todos estávamos acostumados a ler as coisas do início ao fim quando a internet surgiu, e o conhecimento sobre um assunto era algo incrivelmente organizado na nossa cabeça.

A possibilidade de saltar de uma página para outra apenas clicando num link de uma imagem ou palavra abriu a possibilidade de aprender lendo de uma forma descontínua e transformou o conhecimento em algo fragmentado. Isso deixou muita gente confusa.

Ou seja, a Interface do Usuário tem como foco criar essa relação em que nós entendemos como um computador ou dispositivo funciona e o computador ou dispositivo — com seus softwares, sites e aplicativos — “entende” o que esperamos que ele faça.

User Experience (UX)

A experiência do usuário, por outro lado, é uma coisa bem mais pessoal e está ligada às emoções.

Um bom exemplo é citado em um artigo de Dain Miller: talvez você não repare isto, mas, ao clicar em botões de um site, faz parte da experiência da gente querer que esses botões “afundem” na tela, como se fossem um botão de algum aparelho da “vida real”.

E esse tipo de experiência, embora não seja identificada conscientemente pelo usuário, faz parte de uma série de razões que o faz continuar navegando por um site.

Aliás, muito da confiança que ele deposita numa marca e, principalmente, da segurança e conforto que ele apresenta no momento de comprar algo online, passam por sensações como essa.

Todo tipo de aspecto subjetivo do design tem um pouco a ver com o UX: a psicologia das cores aplicada num site, a organização estética dos elementos de um aplicativo…

Já encontrar tudo fácil na tela é assunto para o UI. A sensação que a disposição dos elementos causa é UX Design... Percebeu que não é tão fácil separar uma coisa da outra?

Você pode ter como regra que a Interface do Usuário (UI) cuida da parte funcional dos elementos. E o UX Design é responsável pela experiência do usuário.

Ou seja, muito mais do que tornar um programa utilizável, ela trata de ele ser bonito e prazeroso para quem usa.

Se você acha que isso não influencia a forma como as pessoas compram ou a visão e percepção que elas têm de uma marca, converse com algum cliente da Apple.

5. Cursos de web design

Como viemos explicando até aqui, o conhecimento de web design é útil para todo tipo de profissional, principalmente para os que pertencem a alguma área de Tecnologia da Informação ou dialoga constantemente com gente do TI.

Para você melhorar esse diálogo, se informar mais sobre a área e adquirir habilidades importantes que um cargo de gerência exige — afinal, quem não quer ascender profissionalmente? — separamos algumas sugestões de cursos na área.

Confira como ficar por dentro desse ramo seguindo o caminho mais didático:

Direção de arte

curso de Direção de Arte é uma ótima forma de começar, pelo simples fato de fornecer as bases teóricas e práticas para você compreender o trabalho de web designer e outras atividades relacionadas com a parte gráfica de sites.

Em outras palavras, conceitos como identidade visual, uso de cores e todo o planejamento que um trabalho gráfico requer.

Uma vez estabelecidos esses fundamentos, você pode começar a se aprofundar com assuntos mais direcionados a cada um dos elementos artísticos de criação.

Fotografia

Muitos desses conceitos mencionados são utilizados num curso de fotografia.

O fato de hoje em dia ser possível conseguir fotos em bancos de imagens gratuitos na internet não muda muito a importância dessa disciplina.

Primeiro, porque a própria escolha dessas fotos de creative commons deve ser criteriosa, já que a experiência do usuário no seu site depende muito delas.

Além disso, se o ramo da sua atividade profissional se relaciona com o e-commerce, saiba que alguns critérios técnicos vão ser essenciais para aumentar a sua taxa de conversão nas páginas dos produtos que vende.

Hoje, há cursos específicos de fotografia para e-commerce, inclusive. O que mostra a importância de um bom conhecimento técnico de fotografia para as vendas online.

Para as duas áreas, não necessariamente o objetivo do curso é formar profissionais com um conhecimento incrivelmente técnico.

Mesmo fotógrafos amadores podem se tornar verdadeiros especialistas em fotos para e-commerce, já que os requisitos dessa área são bem específicos.

Softwares da área de Design e Web Design

Para quem já está mais ou menos familiarizado com o trabalho, alguns deles vêm logo à mente. É o caso de várias opções do pacote Adobe: PhotoshopInDesignIllustrator e também o já clássico CorelDraw.

Há, ainda, outros menos conhecidos, como o Adobe DreamWeaver. Para quem não tem conhecimento aprofundado na área, esse vai ser um software bem complexo. Dentre os 3 primeiros que citamos, entretanto, vale a pena se dedicar a algum.

Resolver por conta própria problemas mais simples na área de web design gera economia de tempo e dinheiro, agiliza alguns processos urgentes na rotina das empresas e, com certeza, traz um enorme diferencial para você, como colaborador.

6. Conclusão

O web designer é um profissional requisitado e diferenciado. Sua área de atuação é muito importante para o desenvolvimento da internet, sua popularização e usabilidade.

É também em parte graças a ele que o marketing aprimora constantemente seus mecanismos e desenvolve conceitos visuais que transformam a forma como as pessoas compram e interagem com suas marcas favoritas.

Já os programadores devem a eles a parte de interação das pessoas com os softwares e apps, criando uma relação entre homem e máquina que transforma a computação e a informática em algo próximo e acessível a qualquer um.

Com tantas qualidades úteis — entre as quais o conhecimento dos conceitos de UI e UX Design — o que não faltam são motivos para você adicionar ao currículo algumas habilidades de web design.

Ou, para quem já tem outra profissão, começar a descobrir como o design pode ajudar a crescer profissionalmente e ser um melhor profissional. Considere uma especialização e cursos nessa área. Sua carreira agradece!

Afinal, para quem gosta de estar conectado e por dentro das novas tecnologias, a maior fonte de satisfação é aprender todo dia!

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