Descubra como é a rotina de empresas que adotaram o trabalho remoto

O "trabalho de escritório" tem cada vez menos barreiras que o limitem dentro de um ambiente único. Por isso, explicaremos como funciona o trabalho remoto.(...)

Autor: Redação Impacta

A transformação digital já é uma realidade e faz cada vez mais sentido para empresas no mundo inteiro adotarem o trabalho remoto.
Porém, simplesmente mandar os colaboradores para casa não é suficiente para criar uma verdadeira estrutura de produtividade à distância. É preciso organização e muito investimento em tecnologia.
Quer entender em que ponto está esse modelo no mercado, o que uma empresa precisa para adotar o trabalho remoto e que benefícios tira disso? Neste post, conversamos sobre todos esses tópicos. Acompanhe!

Quais mercados vêm adotando o trabalho remoto?

Quem trabalha em áreas tecnológicas provavelmente já ouve falar e até pratica trabalho remoto há um bom tempo — desde que a evolução da internet e das ferramentas de Cloud Computing e comunicação se tornaram maduras. Nos últimos anos, no entanto, o mesmo conceito vem ganhando espaço em todos os setores, em especial o de serviço.
O famoso “trabalho de escritório” tem cada vez menos barreiras que o limitem dentro de um ambiente único. As ferramentas necessárias para produtividade estão online, a comunicação é suficientemente simples e de boa qualidade, além do fato de que a entrega e análise de tarefas podem ser automatizadas.
É claro que ainda não é possível fazer essa transição em muitas profissões presenciais. Mas o foco aqui é na palavra “ainda”. Conforme outras tecnologias ganham poder, alavancadas pela nuvem, será possível dispensar a necessidade de espaços físicos centralizados de trabalho, mudando a dinâmica do mercado.
O recente caso de pandemia do vírus COVID-19, inclusive, pode se demonstrar um marco para o trabalho remoto. Com tantas pessoas precisando ficar de casa durante o período de recolhimento, muitos novos insights surgirão sobre como aumentar ainda mais a eficiência e o sucesso do modelo. Talvez existam empresas que nunca voltem a produzir como faziam antes.

Quais são as principais características das empresas que permitem o trabalho remoto?

Esses insights que citamos são importantes, uma vez que qualquer empresa precisa de estrutura e organização para ser produtiva e ter vantagens competitivas quando aposta no trabalho remoto.
Nesse sentido, existem características fundamentais exigidas de quem vai fazer essa transição. Isso significa um papel de muita responsabilidade para profissionais de tecnologia e TI. Veja o que é preciso disponibilizar para o sucesso do modelo!

Trabalho na nuvem

Mesmo que não seja dentro de um escritório, qualquer tipo de negócio precisa de um lugar integrado para que todos os colaboradores possam trabalhar. O ambiente físico é substituído por um digital.
Esta deve ser a maior preocupação da TI do futuro: construir sistemas na nuvem capazes de superar a disponibilidade, a performance e a praticidade de ter todos os colaboradores em um único lugar.
É por isso que não dá para confundir agilidade com pressa. É preciso que líderes de tecnologia e de negócio discutam como fazer essa transição, quais soluções e serviços serão necessários e como essa estrutura será utilizada. 

Foco em produtividade

Desde a primeira revolução industrial, a humanidade se acostumou à força de trabalho baseada em tempo. Já parou para pensar como esse paradigma está mudando completamente em uma ou duas décadas?
O foco do trabalho remoto deve ser na produtividade — o que é um grande desafio. Como é improvável controlar a presença de colaboradores pela limitação física de um espaço, os turnos fixos de 8 horas não fazem mais sentido.
O sistema, os projetos e as avaliações profissionais devem ser baseadas em conclusão de tarefas. Quem entrega com qualidade dentro do prazo está performando bem. É outra mudança profunda na estrutura de gestão de negócio.

Comunicação digital

A comunicação tem uma grande importância no trabalho remoto. Empresas que apostam no modelo investem em sistemas e ferramentas que permitem um contato rápido, mas que também facilitam e simplificam discussões e alinhamentos — como os gerenciadores de time e projeto.
Para reduzir inicialmente esse impacto, é comum também que as empresas reservem datas para reuniões presenciais.

Autonomia e capacitação

Outra atividade que pouco aparece no trabalho remoto é o microgerenciamento. O distanciamento impede que gerentes e diretores centralizem todas as decisões e conduzam projetos com muita rigidez.
Negócios de sucesso buscam nos seus próprios colaboradores os perfis de autonomia e proatividade. As decisões são decentralizadas para aumentar flexibilidade produtiva e inovação sem parar a todo momento para ter validação vertical.
Carreiras tecnológicas estão entre as mais preparadas para suprir essa nova necessidade. É por isso que as tendências que são utilizadas por todo o mercado vêm de empresas com esse perfil.  

Quais são os benefícios e desafios de trabalhar nessas empresas?

O sucesso no trabalho remoto exige comprometimento, investimento em tecnologia e capacitação para os colaboradores. Será que tanto esforço vale a pena?
A resposta é simples: sim! Se não valesse, não estaríamos vendo cada vez mais gestores e tomadores de decisão apostando no modelo. Eles fazem isso por perceberem as seguintes vantagens em relação a formas tradicionais de produtividade.

Redução de custos

Um negócio que migra totalmente para o remoto gasta menos recursos físicos: seja aluguel de espaço, energia elétrica, manutenção, etc. Isso sem contar na redução drástica do deslocamento de profissionais de casa para o trabalho — uma vantagem para eles e para a empresa.

Otimização de processos

O que vem sendo analisado nos casos de transição para trabalho remoto é que muitos processos estão sendo cortados e, em consequência, aumentando a produtividade nessas tarefas.
A questão principal é a oportunidade que um sistema bem estruturado na nuvem dá para reorganizar e automatizar tarefas, além de agilizar decisões com a decentralização desse poder.

Cultura de inovação

Outro efeito colateral muito positivo é que a capacitação e a busca por novos talentos no mercado naturalmente criam uma cultura inovadora dentro da empresa.
O papel da gestão da inovação passa a ser vital para o sucesso, um benefício que você pode aproveitar para assumir desde o planejamento do novo modelo de produtividade.

Velocidade de adaptação ao mercado

Quem inova está sempre à frente e quem decentraliza responsabilidades age mais rápido diante de qualquer alteração de demanda ou tendência.
Isso é possível com a estruturação de um sistema em nuvem focado em resultados no trabalho remoto. Enquanto muitas pessoas ainda têm a ideia de que trabalhar de casa é contraprodutivo, o que vemos no mercado é exatamente o contrário.
Afinal, trabalho remoto é uma realidade cada vez mais fácil de implementar em empresas de qualquer setor. Com planejamento, treinamento e investimento em tecnologia, é possível alcançar resultados que seriam impensáveis há poucas décadas.
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