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Desenvolvedor: Front-End, Back-End ou Full Stack?

A área de desenvolvimento web (web development) nunca esteve tão em alta. A consolidação da Internet no dia a dia das pessoas, o surgimento e popularização da tecnologia mobile e a constante demanda pela criação de sites — cada vez mais sofisticados — são os principais fatores para o seu crescimento.

Entretanto, como de praxe na Tecnologia da Informação, não há como optar pela carreira de desenvolvimento web sem compreender as suas subáreas, ou seja, as ramificações que separam o perfil e as atribuições de um web developer.

Nesse caso, em especial, os termos utilizados para representar as subáreas do desenvolvimento web são três: Full Stack, Front-End e Back-End — sendo essas duas últimas mais difundidas, enquanto a primeira se configura como a maior tendência do mercado.

Agora que descobriu a complexidade envolvida nessa importante escolha para a carreira, decerto você está com dúvidas sobre qual é o perfil de desenvolvedor web mais condizente com suas habilidades, ambições e vocação, correto?

Para ajudá-lo a se decidir sobre essa questão tão importante na carreira de TI, elaboramos este post completo no qual você aprenderá sobre:

  • o que é Front-End, Back-End e Full Stack;
  • quais são as atribuições do programador web em cada uma dessas subáreas;
  • o que é necessário dominar para se desenvolver com base no perfil desejado;
  • como se tornar um full-stack web developer no próximo ano.
Tudo pronto para começar? Então, boa leitura!

1. Desenvolvedor: Front-End e Back-End ou Full Stack?

Conforme dito no início do post, a área de desenvolvimento web está longe de ser algo simples, a ponto de uma equipe ser formada apenas por um tipo de especialista. Uma maneira de compreendermos isso melhor é pensar no que um site precisa para funcionar. Vamos levantar alguns elementos:

  • código-fonte bem estruturado e funcional;
  • design agradável em termos de visual e experiência;
  • aplicações que possam ser executadas dentro do site;
  • otimizações para os motores de busca etc.
São muitos os detalhes que contribuem para levar um site ao sucesso, desde o número de cliques que o usuário dá para conseguir o que precisa aos elementos visuais que acabam por cativá-lo.

Portanto, é essencial que haja uma equipe que ofereça certa diversidade quanto às competências, fazendo-se necessária a atuação de programadores que dominem as linguagens utilizadas e deem conta do recado quanto à comunicação do site com o servidor, banco de dados e aplicações, bem como desenvolvedores capacitados para cuidar do lado criativo.

Em meio a isso, podemos acrescentar nesse “ideal” de equipe de web developers o programador que compreende os dois lados do processo. Em outras palavras, um profissional mais completo e capaz de facilitar a comunicação entre Front-End e Back-End. Identificou-se com alguma dessas funções? Veja a seguir qual das subáreas do desenvolvimento web condiz com o seu perfil.

desenvolvedor_frontend

1.1. Front-End

Comecemos a nossa explicação fazendo a seguinte analogia: para que um evento (um grande show, por exemplo) seja um verdadeiro sucesso, é preciso muito mais que a figura do superstar se apresentando — é fundamental que haja um suporte ao artista. Aonde queremos chegar com isso? Obviamente, assim como uma apresentação musical, o site precisa ser atrativo em todos os sentidos para que caia no gosto do público.

Portanto, enquanto um show requer efeitos de luz incríveis, decoração, animações e, muitas vezes, um figurino que chame a atenção dos fãs, um site de alta qualidade precisa de uma identidade visual atraente, ter os botões bem localizados para facilitar a navegação do usuário, fazer com que as imagens carreguem adequadamente, ser simples de usar e tudo mais.

O responsável por incorporar os elementos artísticos (design, imagens, cores, layout etc.) e funcionais (responsividade, menus, scripts etc.) do site de uma empresa — que é a estrela que atenderá aos desejos do público — é o programador front-end.

Essa ocupação também possui as suas vertentes, como Web Design e UI/UX Design, portanto, as atribuições de quem trabalha no Front-End podem ter ênfase no visual ou em testes, visando a adequar o site às preferências do usuário. Sendo assim, o que faz parte da rotina de um programador Front-End? Vamos a algumas das principais atribuições:
  • trabalhar com HyperText Markup Language (HTML), JavaScript e Cascading Style Sheets (CSS), pois são as habilidades essenciais para se criar um site “do zero”;
  • realizar a produção, manutenção e modificação de sites e APIs;
  • aplicar as melhores práticas e técnicas de SEO (Search Engine Optimization – Otimização para Motores de Busca);


  • implementar design responsivo no site para garantir que os usuários naveguem a partir de qualquer dispositivo;
  • otimizar o site para fornecer a melhor experiência possível aos usuários;
  • testar o site durante o processo de desenvolvimento para corrigir bugs e analisar a usabilidade do site, entre outras atribuições.
Resumindo, o programador Front-End é considerado uma ponte entre o designer e o Back-End, contribuindo tanto técnica quanto criativamente. Se a página pela qual se está navegando é agradável em todos os sentidos, muito disso se deve a esse profissional.

As redes sociais são um ótimo exemplo de como o trabalho do programador Front-End é importante. Afinal nos referimos a páginas repletas de funcionalidades, como Facebook, Twitter e Instagram, disponibilizadas com elegância e ótima usabilidade ao usuário final, independentemente do dispositivo que ele utiliza para navegar.

desenvolvedor_backend

1.2. Back-End

Agora, vamos retomar a analogia que iniciou a apresentação do Front-End para explicar a função o time que cuida dos aspectos estruturais — também conhecida como “server side” — do processo: o Back-End.

Bom, sabe aquela equipe responsável pela infraestrutura do palco, instalar e testar os equipamentos de som, cuidar para que os instrumentos estejam em ordem, evitando que os músicos fiquem na mão? Pois então, tal papel é representado no desenvolvimento web pelo programador Back-End.

É a equipe de Back-End que assume todos os aspectos de código do site, garantindo que todas as funcionalidades sejam executadas perfeitamente, ou seja, que os planos sejam colocados em prática e tragam o resultado esperado.

Sendo assim, o que faz o desenvolvedor Back-End? Ele está integrado ao “cérebro do site”, cuidando da comunicação dele com o servidor, estabelecendo a ligação entre os APIs (Application Programming Interface ou Interface de Programação de Aplicações) e o banco de dados, além de construir a estrutura do site com uso de linguagens de programação etc.

Algumas outras responsabilidades pertinentes ao programador Back-End são:
  • domínio de sistemas operacionais Linux e/ou baseados em Unix, incluindo SOs específicos para servidores;
  • uso de frameworks para Back-End voltados para o desenvolvimento de software (no caso, destinados aos servidores);
  • conhecimento em linguagens usadas para ambiente web, como Python, PHP, JavaScript, Perl e Ruby;
  • desenvolvimento, implantação e manutenção de CMS (Content Management System – Sistema de Gerenciamento de Conteúdo);
  • aplicação das melhores práticas e técnicas de Segurança da Informação orientadas a ambientes web;
  • integração com APIs e ambientes em nuvem (cloud computing);
  • criação de banco de dados (MySQL, SQLite, PostgreSQL etc.), bem como o gerenciamento e integração com outras aplicações;
  • análise de dados e estatísticas gerados pelo site, entre outros.

Simplificando, podemos dizer que a função do programador Back-End é dar utilidade a tudo que o desenvolvedor Front-End cria. Sem o trabalho do Back-End, não há como um site funcionar.

Se você adora trabalhar com códigos e linguagens de programação, esse discreto — porém imprescindível — trabalho feito pelo desenvolvedor Back-End é uma excelente alternativa para a carreira. Contudo, como veremos a seguir, você não precisa se limitar ao Back-End.

1.3. Full Stack

O mercado de TI é reconhecido por oferecer ótimas oportunidades de emprego em todas as áreas, especialmente a de desenvolvimento web, resultando no aumento da competitividade e, consequentemente, da atenção das empresas para aspectos multidisciplinares. Nesse contexto, o Desenvolvedor Full Stack passou a ganhar destaque.

Esse profissional se diferencia pelo conhecimento técnico mais amplo, ou seja, a melhor compreensão dos processos, sendo capaz de acompanhar a execução das atividades do início ao fim e manter uma comunicação interpessoal eficiente com todas as equipes.

Por que essa comunicação interpessoal é necessária? Pelo fato de o trabalho da equipe de Back-End estar ligado ao Front-End, a interação entre as duas equipes é fundamental para que problemas sejam solucionados e o projeto seja desenvolvido com excelência. Sem a participação do programador Full Stack, a tendência é que essa comunicação seja ineficaz, podendo gerar conflitos desnecessários.

Como o desenvolvedor Full Stack atua nos dois extremos, esse profissional tem uma visão mais profunda da situação e, com isso, é capaz de encontrar soluções rapidamente, ou seja, os superiores passam a enxergar certa liderança no profissional.

1.3.1. Por que “Full Stack”?

Quando falamos em “stack” nos referimos a um conjunto de tecnologias usadas como componentes para desenvolver, implementar e executar uma aplicação, ou seja, frameworks, linguagens de programação, produtos de software e ferramentas, infraestrutura etc.

É provável que você já tenha ouvido falar em LAMP Stack, um conjunto de tecnologias formado respectivamente por: Linux; Apache; MySQL e PHP. Nessa mesma linha, temos o MEAN Stack, formado pelas tecnologias: MongoDB; Express.js; Angular.js e Node.js. Essas “stacks” são suficientes para que programadores desenvolvam aplicações diversas.

Somando o fato de que a área de desenvolvimento web é bastante ampla em termos de atribuições — além de Front-End e Back-End, é comum nos depararmos com UI-developer, Database Engineer e outros — às demandas pela implantação de aplicações web em ambientes de nuvem, eis que surge o Full Stack como solução para desenvolver aplicativos em todas as etapas.

Mas, como adquirir essa vasta gama de conhecimento e ser considerado um developer full-stack? É o que veremos no tópico a seguir!

2. Como se tornar um desenvolvedor Full Stack no próximo ano?

Antes de tudo, é preciso esclarecer que ser um desenvolvedor Full Stack não implica se tornar um especialista em todas as áreas — embora nada o impeça de conseguir tal proeza. Esse tipo de desenvolvedor é valorizado pela versatilidade, ou seja, capacidade de participar de todas as etapas de um projeto.

Logo, se tornar um web full-stack não implica ser um dos melhores programadores, uma referência em UI/UX Design, dominar os bancos de dados, sistemas operacionais para servidores e tudo mais. Você pode focar a área com a qual mais se identifica ou possui facilidade, especializar-se nela e, então, adquirir um conhecimento mais abrangente. Esse tipo de profissional é conhecido no mercado global como T-Shaped.

Por exemplo, até chegar ao presente parágrafo você acredita que se daria melhor especializando-se em Back-End? Você pode muito bem fazer isso e, ao mesmo tempo, saber exercer as funções do Front-End quando necessário.

Quer saber mais sobre como se tornar um desenvolvedor Full Stack já no próximo ano? Confira abaixo os 9 requisitos básicos para conseguir esse objetivo em tempo hábil.

Desenvolvedor frontend, backend ou full stack?

2.1. Programação Front-End

Tanto o HTML quanto o CSS são elementos característicos do Front-End e, sem sombra de dúvidas, são uma excelente introdução para quem está conhecendo a área de desenvolvimento web. Isso porque é possível aprender a utilizar esses recursos de forma bastante amistosa, graças à baixa complexidade do HTML — é fácil de dominar — e às ferramentas do CSS que ajudam a aplicar os conceitos de estilo.

Ao longo dessa etapa, você deverá compreender os elementos semânticos da linguagem HTML, saber como e quando utilizar o CSS Media Queries e os pré-processadores do CSS, além de manusear frameworks como o Bootstrap.

Para complementar os estudos, é recomendável que comece a familiarizar-se com o JavaScript, visto que a linguagem de programação é absolutamente fundamental para todo e qualquer programador Front-End e também pelo domínio dos seus principais recursos ser o próximo estágio rumo ao título de Full Stack.

2.2. JavaScript

A linguagem JavaScript foi lançada em 1995 e acompanhou a evolução dos sistemas operacionais, sendo atualmente uma das mais importantes — muitos fatores justificam isso, como a popularidade e os constantes lançamentos de novas bibliotecas, frameworks e ferramentas.

De acordo com pesquisa realizada em 2016, o JavaScript é a tecnologia mais difundida entre os desenvolvedores Full Stack, Front-End e Back-End. Portanto, aprender JavaScript é crucial para você atingir o objetivo de tornar-se um full-stack web developer, não só pelo que a pesquisa aponta, mas pelo uso da linguagem abranger ambas as subáreas.

2.3. Desenvolvimento Back-End

Assim que tiver aprendido a fazer algumas coisas legais envolvendo a combinação HTML + CSS + JavaScript, certamente você estará apto a aprofundar-se no universo Back-End — em que o conhecimento em linguagens de programação é mais exigido. Decerto, aprender alguma linguagem será um desafio caso você não tenha muita afinidade com isso.

Porém, como as linguagens de programação costumam apresentar poucas diferenças em termos de lógica e sintaxe, basta escolher uma ou duas delas para aprender a fundo. No decorrer de sua carreira, pode ter certeza que será mais fácil aprender as demais.

A princípio, o iniciante pode optar por linguagens mais descomplicadas e, ao mesmo tempo, influentes no desenvolvimento web, como Python, PHP e Ruby. Além disso, você pode aproveitar que está aprendendo o JavaScript e se aprofundar no Node.js, já que o ambiente é o mesmo. Para complementar os seus estudos voltados ao desenvolvimento Back-End, uma boa sugestão é aprender o básico sobre banco de dados.

2.4 Banco de dados

Já que falamos sobre banco de dados, vale destacar que ele é uma das principais atribuições do programador Back-End e, portanto, é elementar ao futuro desenvolvedor Full Stack. O importante nessa etapa é não limitar o conhecimento às funções básicas de um servidor de banco de dados. Embora não precise se tornar um expert nesse fundamento, procure dominar as funções mais avançadas.

Outra boa dica é compreender as diferenças entre bancos de dados relacionais e não relacionais (NoSQL), quais os benefícios, as melhores práticas e em que situação utilizar cada um deles.

Experimente criar uma aplicação escrita em Python que se comunique, por exemplo, com um simples banco de dados SQL; ou fazer uma aplicação desenvolvida em Node.js interagir com um servidor Postgre.

2.5. REST

O REST está ligado ao HTTP e tem como função facilitar a comunicação entre sistemas independentes — desde que o HTTP tenha alguma influência no processo. Por exemplo, um código JavaScript faz uma solicitação do AJAX, via HTTP, para um outro código que esteja em execução no servidor.

Nesse sentido, é importante aprender a função do REST e como ele funciona, entendendo a sua contribuição para a interação entre clientes e servidores.

2.6. Arquitetura de aplicações web

Ao adquirir as habilidades mencionadas até aqui, você pode se considerar apto a desenvolver por conta própria uma aplicação de nível mais complexo. Contudo, isso o credencia a dar um passo importante para a sua formação: compreender a estrutura de uma aplicação web.

Essa etapa envolve o conhecimento sobre como estruturar o código, como separar os arquivos, como estruturar os dados no banco de dados e onde armazenar arquivos mais pesados (geralmente de multimídia), ou seja, ter uma boa noção do know-how.

Há diversas formas de se conseguir isso. Dependendo do tempo que você tiver disponível, pode-se mergulhar de cabeça em um projeto complexo, cujo desenvolvimento é dividido em vários estágios, tendo o auxílio de bons livros e fóruns especializados.

Entretanto, como futuro programador Full Stack, o ideal é integrar-se a um projeto independente, desenvolvido em equipe. Além de colocá-lo num ambiente colaborativo, você terá a oportunidade de interagir com especialistas mais experientes.

2.7. Mobile

Não é novidade para ninguém que os dispositivos móveis se popularizaram a ponto de termos, no Brasil, mais smartphones do que pessoas. É possível, inclusive, que você esteja lendo o presente conteúdo em um aparelho mobile.

Naturalmente, a expansão do mercado mobile acompanhou o intenso ritmo de crescimento e, hoje, os chamados apps ocupam um espaço considerável no cotidiano de muita gente e as empresas têm observado isso de perto.

Apesar de os aplicativos terem forte ênfase no Front-End, o Back-End faz parte do desenvolvimento da maioria deles. Isso pode trazer bastante relevância ao seu currículo, devido à popularidade de plataformas como Android e iOS.

2.8. Cloud Computing

A computação em nuvem (cloud computing) mostrou que veio para ficar, principalmente com a consolidação dos maiores provedores do serviço (Amazon e Microsoft) e a criação de soluções que melhor atendem às necessidades do usuário.

Hoje em dia, é impossível pensar em seguir carreira nas áreas de TI sem considerar a importância do cloud computing. Em um futuro breve, praticamente todos os tipos de aplicações deverão interagir com uma estrutura de nuvem, ainda mais com a adoção da tecnologia por parte das pequenas e médias empresas.

Para começar a se familiarizar com essa área, adquirindo os conceitos básicos de como a nuvem funciona, quais são os seus modelos e tudo mais, uma ótima alternativa é se preparar para as certificações, como a AWS Certified Developer – Associate.

A Microsoft é uma ótima fonte de conteúdos e treinamentos sobre computação em nuvem. O melhor é que você pode estudar online gratuitamente e assim se preparar, também, para as certificações Azure.

2.9. Controle de versionamento (Git)

Ter o controle da versão do software em desenvolvimento é um requisito importante para qualquer programador, seja Front-End, seja Back-End. Uma das principais ferramentas para trabalhar com versionamento é o Git.

Inclusive a página oficial do Git nos traz uma definição bastante clara sobre o que é o controle de versão: “controle de versão é um sistema que registra as mudanças feitas em um arquivo ou um conjunto de arquivos ao longo do tempo de forma que você possa recuperar versões específicas...”.

2.10. Sistemas operacionais baseados em Linux

Por fim, vale ressaltar a importância que o domínio e a experiência com o Linux têm para a carreira do profissional de TI, incluindo o desenvolvedor Full Stack. No desenvolvimento web, como a área de Back-End é estritamente ligada aos servidores e esses — em sua grande maioria — rodam em Linux, as maiores corporações tendem a valorizar o profissional que sabe desenvolver aplicações e garantir a devida manutenção em ambiente Linux.

Conclusão

Escolher entre Front-End e Back-End ou Full Stack é um dilema que só pode ser resolvido por meio de uma análise sobre:

  • quais são os seus objetivos na carreira? Ser um profissional expert numa determinada área, ou adquirir um perfil mais flexível e polivalente?
  • almeja saber desenvolver um site/aplicação web do início ao fim e assim conduzir sozinho os seus próprios projetos?
  • precisa ampliar as suas oportunidades ou intensificar o seu conhecimento no setor que mais gosta?
  • ser um profissional completo é um requisito que você considera importante?
Vale reiterar que os profissionais que atuam em Front-End e Back-End podem evoluir muito quando passam a compreender os processos de ambas as áreas, portanto, o também chamado developer full-stack tem tudo para ser visto pelas empresas como uma figura imprescindível aos processos de trabalho nos próximos anos.

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