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Entenda a crescente relação entre tecnologia e design

Tecnologia e design nem sempre estiveram associados como nos dias de hoje. Atualmente, o vínculo é tão forte que muitos consideram que um não pode viver sem o outro. Porém, mesmo crendo nessa afirmação, muitas pessoas ainda não entendem completamente como esses dois assuntos se relacionam.

Por isso, este post vai explicar um pouco sobre como se deve aliar tecnologia e design, demonstrando como conectar os dois ramos com maestria. Continue conosco e saiba mais!

A tecnologia

Considera-se tecnologia toda e qualquer ferramenta, máquinas, conhecimentos, métodos, materiais e processos que ajudem na resolução de um problema. Hoje em dia, essa palavra está muito associada aos avanços na área de dispositivos eletrônicos computadorizados — o que chamamos de tecnologia da informação —, mas ela pode abranger descobertas e invenções nos mais diferentes ramos da ciência, permitindo que se coloque em prática todas as conclusões e variáveis teóricas sobre um assunto.

O design

Um designer não é apenas aquele “sobrinho que desenha bem”. Piadas à parte, fazer um bom design não é apenas ter a melhor aparência, a melhor paleta de cores ou a melhor ilustração. Como já dizia Steve Jobs: design é função, não forma.

Um bom design é aquilo que traz uma solução eficiente a determinado contexto ou problema. É o uso da criatividade, boa pesquisa e planejamento para melhores resultados.

Entenda a crescente relação entre tecnologia e design

A influência e interferência

Com o surgimento do computador e do avanço da tecnologia da informação em geral, tanto a maneira de se fazer e pensar design quanto as próprias rotinas de trabalho e planos de carreira foram mudando e se adaptando à nova realidade. Possibilidades técnicas inovadoras permitiram uma maior liberdade para o designer. E o próprio design foi sendo capaz de projetar novas tecnologias, criando um ciclo sem fim!

Quando o assunto é tecnologia e design, existem diversos pontos em que há essa influência mútua, trazendo diversas vantagens. Aqui estão algumas delas:

  • Aumento da segurança dos dados e de sua manipulação;
  • Nova possibilidade de testar sem ser necessário colocar o projeto logo em prática. Um exemplo são projetos de design de interiores, que usam aplicativos para planejar algum móvel, sem gastar a montagem ou exceder o preço em reajustes;
  • Trabalhar remotamente (sem a necessidade constante da presença de todos os envolvidos), graças aos novos meios de comunicação e seus avanços;
  • Novos programas e ferramentas que permitem a realização de tarefas que antes não seriam possíveis;
  • Avanço das tecnologias móveis, com o uso de recursos tecnológicos feito onde, quando e como quiser, 24 horas por dia, dinamizando diversos processos antes fixos local e temporalmente;
  • Uma nova geração crescendo no meio de todo esse avanço tecnológico — ou seja, a tecnologia fará parte da lista de ferramentas de trabalho de qualquer ramo, como já foi o lápis, por exemplo;
  • Design atuando na formação de novas tecnologias, e vice-versa;
  • Design thinking: tecnologia e design andando lado a lado.
Uma nova maneira de criar soluções inéditas: essa frase define muito bem o que é design thinking. Com a união de tecnologia e design, essa é uma abordagem para soluções inovadoras no mercado atual, onde tanto as habilidades profissionais quanto a tecnologia vêm se igualando e a necessidade de fazer algo mais ousado e atraente é tão grande.

Lembre-se de que o design thinking não é uma metodologia, e sim uma abordagem para resolução de problemas. Saber desse detalhe é muito importante, pois assim é possível saber que não há uma fórmula para seguir quando o assunto é a sua implementação. Existem, sim, alguns “bons hábitos” e etapas para se seguir no processo de design thinking, mas que estão livres para serem usados como e quando necessário. São elas:

Imersão

Dividida em preliminar e em profundidade, a Imersão é a etapa em que é conhecido o problema ou tema em questão. São as famosas pesquisas em campo — com o público em si —, na internet, revistas, livros, entrevistas, dinâmicas presenciais e outros meios de se aprofundar no assunto.

Análise e síntese

Um meio termo entre a imersão e a ideação, nessa fase são feitas avaliações após a coleta dos dados. Como o próprio nome entrega, essa etapa diz respeito à análise e à síntese das informações que foram obtidas após a imersão. Quando necessário, já que o design thinking não possui uma fórmula estagnada e informações novas podem surgir a todo o momento, o estudo e resumo dos dados pode ser feito após outras etapas.

Ideação

Esse é o momento em que a análise começa a ganhar forma. Os dados coletados na síntese servem para estimular a criatividade e gerar ideias inovadoras que estejam de acordo com o contexto do problema.

Prototipação

Nessa etapa, as ideias geradas serão validadas ou terão de ser repensadas. É uma maneira de trazer o projeto do mundo abstrato para o concreto, mesmo que de maneira simplificada.

Essa fase, como qualquer outra, pode estar em funcionamento em todo o processo: assim que uma ideia for pensada, um protótipo pode ser feito para que seja testado pelo consumidor final, assim recolhendo dados (para análise e síntese) e, se necessário, fazer ajustes — ou começar do zero novamente.

E o que há de comum entre design thinking, tecnologia e design? Tudo! Usar o design thinking é encontrar o ponto em que as pessoas, o negócio, o design e a tecnologia convergem. E a maioria dos projetos usando essa forma são voltados à valorização e melhora da tecnologia para melhor atender a certo público.

Além disso, é preciso ter conhecimentos diversos para atender as demandas e trabalhar em um projeto que tome o caminho do design thinking. Por exemplo, saber Excel básico é uma das formas da tecnologia em prol desse tipo de processo, principalmente durante a análise e síntese.

Podemos ver, portanto, como tecnologia e design possuem um vínculo estreito, com um influenciando o outro de maneira contínua. O objetivo é que o design e a tecnologia sejam meios de facilitar o cotidiano, de maneira complexa ou simples.

Gostou de saber mais sobre a conexão e a interferência mútua que tecnologia e design apresentam? Então compartilhe este post nas suas redes sociais e informe seus amigos sobre o que aprendeu hoje!

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