Conteúdo programático

  • História do Design Thinking
    • Apresentar onde tudo começou. Iniciando pela escola Bauhaus até chegar nos anos 90 com a criação da Ideo, uma das maiores consultorias de inovação do mundo.
    • Apresentar as primeiras escolas focadas no Design Thinkign. A chegada no Brasil e quando a abordagem começa a ser apresentada na mídia especializada.
  • Modelo Design Thinking
    • Apresentar o modelo Design Thinking originado na DSchool em Stanford com as suas cinco fases (Empatia, Definição, Ideação, Prototipação e Teste/Apresentação).
    • Compreender os valores da empatia, colaboração e experimentação que são os pilares de sustentação da abordagem.
    • Compartilhar cases de empresas no Brasil e no mundo que fazem uso da abordagem com objetivo de gerar inovação centrada no ser humano.
  • Setup do Workshop
    • Compartilhar a importância/necessidade de ter um desafio para nortear o workshop e criar/validar um desafio com todos os participantes.
    • Aplicar a ferramenta Matriz CSD (certezas, suposições e dúvidas) para o desafio que será trabalhado.
  • Fase 1: Empatia
    • Explicar o que é empatia, demonstrando através de vídeos e casos reais e realizando a dinâmica do contraponto para que eles possam vivenciar na prática o que é empatia, além de deixar claro que nessa fase iniciamos o primeiro ciclo de pensamento divergente, onde ele irá coletar a maior quantidade possível de informações.
    • Apresentar as ferramentas que podem suportar a fase: guia de entrevistas, entrevistas, observação e um dia na vida do usuário.
    • Aplicar na prática a ferramenta guia de entrevistas, onde ele será orientado a elaborar um roteiro para uma entrevista de 10 minutos de duração.
    • Realizar a entrevista em pares, onde uma pessoa gera empatia com o entrevistado fazendo uma conversa descontraída e o outro registra as informações (verbais e não verbais).
  • Fase 2: Definição
    • Explicar que essa fase tem como foco convergir e revisitar o desafio original para entender se ele ainda está aderente a realidade dos entrevistados.
    • Apresentar as ferramentas que podem suportar essa fase: download das entrevistas, diagrama de afinidade, mapa da empatia e jornada do usuário.
    • Compartilhar as informações coletadas nas entrevistas utilizando a ferramenta download das entrevistas.
    • Revalidar o desafio inicial, com objetivo de avaliar se ele ainda permanece aderente a realidade do usuário, pós entrevistas.
    • Criar personas utilizando as informações compartilhadas das entrevistas e combinadas com a ferramenta mapa da empatia.
    • Identificar e registrar a jornada atual do usuário, com objetivo de identificar oportunidades de melhoria no serviço ou produto que está sendo tratado.
  • Fase 3: Ideação
    • Explicar que essa fase tem como foco iniciar o segundo ciclo de pensamento divergente e que o objetivo aqui é gerar a maior quantidade de ideias dentro de um tempo determinado, quantidade e não qualidade.
    • Apresentar as ferramentas que podem suportar essa fase: brainstorm, gamestorming, cocriação, priorização.
    • Gerar ideias de maneira individual com um tempo pré-determinado, buscando a maior quantidade de ideias possíveis.
    • Cocriar as ideias, ou seja, trabalhar o valor da colaboração, onde eles poderão compartilhar suas ideias e ainda terão a oportunidade de ouvir as ideias da pessoa ao lado com objetivo de melhorar essas ideias através de sugestões ou insights.
    • Priorizar em grupo, buscando consenso de todos de qual ideia que o grupo gerou apresenta o maior nível de relevância para o usuário e simplicidade para criar um protótipo.
  • Fase 4: Prototipação
    • Explicar que essa fase tem como objetivo tirar as ideias do papel, para que os usuários possam vivenciar e experimentar a solução que o grupo propõe para gerar inovação e resolver o desafio proposto. Ela encerra o ciclo com pensamento convergente, já que devido ao tempo e foco não é recomendável que se crie protótipo de todas as ideias que o grupo gerou nesse momento.
    • Apresentar as ferramentas que podem suportar essa fase: storyboard, role play, wireframe, mockup e aplicativos que ajudam na prototipação.
    • Selecionar uma ideia relevante e simples de prototipar e iniciar o processo de prototipagem.
  • Fase 5: Teste / Apresentação
    • Explicar que a fase de teste/apresentação tem como principal missão compartilhar para o usuário a solução que foi gerada com foco em resolver o problema que ele está vivenciado e coletar feedback dele, para ajudar o time a melhorar e gerar uma v2 do protótipo.
    • Apresentar as ferramentas que podem suportar essa fase: Roteiro de Pitch, Feedback Capture Grid e I like, I wish, what if.
    • Apresentar a ideia para os demais participantes, utilizando o roteiro de pitch respondendo às perguntas: Para quem estou trabalhando? Qual problema estou resolvendo? E como estou resolvendo?
    • Dar feedback os demais participantes podem dar feedback por um tempo determinado do que eles sugerem melhorar ou alterar.

Pré-requisitos

Não há pré-requisitos para o Curso de Design Thinking.

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