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Kotlin: conheça a principal linguagem para Android

Kotlin é uma linguagem de programação criada pela JetBrains em 2010 e que foi adicionada à lista de linguagens para o desenvolvimento do Android. Esse fato ocorreu em meados de 2017, quando, até então, só faziam parte da lista o Java e o C++.

Com o tempo, ela foi ganhando espaço e crescendo cada vez mais na comunidade de desenvolvedores de aplicativos, principalmente pela sua qualidade e pelas ferramentas que a atendem. Outro fator importante é o fato de ser 100% compatível com Java.

Para quem já desenvolve em Java, a nova linguagem é intuitiva e fácil de aprender. Existem poucas diferenças nos conceitos básicos, que podem ser estudados facilmente. Confira, agora, algumas outras informações sobre o Kotlin.

Como funciona?

Os códigos funcionam de maneira muito semelhante aos do Java. Os primeiros passos na nova linguagem podem ser dados com a ajuda de um conversor automatizado de Java para Kotlin. Além disso, um aplicativo em Kotlin é tão rápido quanto o em Java equivalente.

Por ser totalmente compatível com o JDK 6, todos os aplicativos Kotlin funcionam em dispositivos Android, mesmo nas versões mais antigas. Além disso, o Android Studio também é completamente compatível a ele, necessitando apenas da instalação de um plug-in.

Quanto ao seu tempo de compilação, ele suporta compilações incrementais de forma eficiente. Em geral, elas são tão ou mais rápidas do que com o Java, evitando sobrecargas.

Ultrapassando o Java, a Kotlin é a principal linguagem para Android

Por que aprender a usar Kotlin?

Quem tem interesse em programação e no desenvolvimento de aplicativos para Android precisa se familiarizar e aprender a usar a linguagem Kotlin. O código corrigiu vários problemas comuns do Java, portanto, o desenvolvedor consegue codificar de forma eficiente e amigável, gerando um maior desempenho. Além disso, ele possui algumas características interessantes:

  • linguagem concisa: essa é uma particularidade muito importante, pois é possível escrever e fazer mais com menos código;
  • seguro: apresenta segurança contra valores nulos e evita erros, como ocorre em Java;
  • funcional: mesmo não sendo uma linguagem funcional pura, apresenta muitos conceitos funcionais para o desenvolvedor;
  • função de extensão: é possível adicionar novos recursos e estender todas as classes, mesmo sem o acesso ao código-fonte;
  • grátis: o código é aberto e pode ser usado sob a licença Apache 2.0.
Quem já cria aplicativos em Java pode tranquilamente converter os códigos (ou parte deles) em Kotlin e o funcionamento será normal. É possível, também, desenvolver projetos mistos, isso graças à completa interoperabilidade — que é a capacidade que um sistema tem de se comunicar de forma transparente com outro.

Outro bom motivo para aprender a usar o Kotlin é que ele é capaz de aumentar a produtividade. Já falamos sobre sua linguagem concisa e expressiva, que permite reduzir significativamente o número de linhas. Dessa forma, a compilação torna-se ainda mais rápida.

Por fim, o Kotlin está em plena ascensão. Muitas empresas como a Netflix, Uber, Pinterest e Nubank já vêm utilizando a linguagem nos seus aplicativos — e esse número só tende a crescer! Portanto, se você já desenvolve apps para o sistema Android utilizando o Java, o momento está super favorável para  atualizar os conhecimentos e desenvolver novas habilidades. Dessa forma, você estará se diferenciando dos demais desenvolvedores.

Quais são as vantagens do Kotlin?

A linguagem apresenta um conjunto de recursos interessantes e proporciona novas capacidades aos projetos Android que ainda não são possíveis de se encontrar em Java. Confira outras vantagens do Kotlin:

Proteção contra nulo

A proteção contra nulo acaba com a maior parte dos problemas de referências nulas, convertendo todos os tipos não nulos por padrão. Isso significa que o compilador não vai permitir o uso de uma variável que não foi inicializada, ou que tenha a chance de dar nulo.

Caso seja necessário usar uma variável nula no código, é necessário que o tipo seja declarado como “anulável”, acrescentando um ponto de interrogação ao final dele.

Funções estendidas

Essa função oferece a capacidade de aumentar uma classe com uma nova funcionalidade sem precisar estendê-la diretamente. Isso é feito por meio de declarações especiais chamadas extensões.

Para declarar uma função de extensão é necessário prefixar seu nome com o tipo de receptor que será estendido — a palavra-chave corresponde ao objeto receptor e a função pode começar a ser chamada.

Lambdas

Quem já é acostumado com as linguagens de programação JavaScript, C# ou muitas outras, certamente já tem algum conhecimento sobre as funções lambdas. Elas são úteis pois são capazes de receber outras funções como parâmetros ou de retornar uma função.

Elas podem ser armazenadas em variáveis para uso subsecutivo, que são criadas incorporadas a outras funções ou passadas como parâmetros.

Classes de dados

A classe de dados traz a vantagem de economizar tempo. Como muitas aplicações são orientadas pelos dados, pode ser necessário criar classes só com propriedades e campos para arquivar essas informações.

O problema é que, em Java, isso é muito difícil, mas, com o Kotlin, é possível declarar não só a classe, como também todas as suas propriedades em apenas uma linha.

Imutabilidade

Quando uma variável é mutável, é possível que ela seja modificada por qualquer linha ou encadeamento de execução (ou thread, em inglês) que consiga acessá-la. Por isso, os programadores precisam se preocupar com o desenvolvimento de aplicativos que sejam multithread.

Ou seja, se várias fontes permitirem alterar os dados, é preciso implantar a sincronização de forma manual. Isso evita a perda de dados, entretanto, causa aumento do tempo de execução — em consequência do aumento da complexidade.

Essa nova linguagem, por sua vez, possibilita declarar variáveis que podem ser alteradas ou que não permitem mudar o valor que for atribuído a elas. A segurança está nos dados inalteráveis, que podem ser acessados por várias threads sem perigo.

O Kotlin chega para tornar os códigos o mais simples possível, evitando os boilerplates — que são linguagens muito detalhadas, necessitando de muito código para a realização de poucas tarefas. Outra proposta é tentar aplicar o que existe de melhor em outras linguagens.

Agora que você já conheceu mais sobre a principal linguagem atual do Android, confira também sobre desenvolvimento mobile: Android Developer ou iOS Swift?
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