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Como está o mercado de trabalho para a computação gráfica hoje?

A computação gráfica é impressionante, não é mesmo? É só olhar as grandes produções de cinema, com todas aquelas cenas cheias de efeitos especiais. Também podemos olhar os games, os exames de ultrassonografia em 3D e até mesmo as peças industriais e os automóveis, que conseguem ser criados e testados sem sair da tela do computador, mas com as mesmas características e funcionalidades do produto real.

Tudo isso é feito por profissionais da área de computação gráfica, utilizando tecnologias inovadoras! Sendo a área de computação gráfica tão surpreendente, é comum que muitos jovens se interessem por ela, se capacitem e se formem nela. Após a formatura, é o momento de ingressar no mercado de trabalho.

Pensando nisso, preparamos um conteúdo especial para tirar todas as suas dúvidas sobre o profissional de computação gráfica e sobre como está o mercado de trabalho para esses profissionais atualmente. Confira tudo neste post!

Qual o perfil do profissional de computação gráfica?

Geralmente, os profissionais de computação gráfica iniciam seus estudos no país de origem e depois partem para o exterior, mais precisamente para os Estados Unidos, para se especializarem nas diversas vertentes que a área oferece por lá, visto que os americanos são especialistas quando se fala em computação gráfica. Por esse motivo, ter domínio da língua inglesa é de vital importância.

Além de criatividade, um profissional de computação gráfica deve ter habilidades em design, edição, efeitos sonoros, efeitos visuais, criação e animação de objetos em 2D e 3D, entre outras habilidades pertinentes.

Em virtude de a tecnologia estar em constante evolução, os softwares especializados — que são as ferramentas de trabalho dos profissionais de computação gráfica — se atualizam rapidamente, incorporando grandes inovações tecnológicas.

Por ser uma área bastante dinâmica, os profissionais da computação gráfica devem estar sempre atentos a todas as atualizações do setor, sejam atualizações de softwares, sejam de conceitos.

Para poderem atualizar seus conhecimentos e acompanhar todas as tendências, os profissionais de computação gráfica contam com cursos e certificações específicos do campo. Esses profissionais sabem que o investimento pessoal é a base para se destacarem nessa profissão.

Agora que você já conhece o perfil do profissional de computação gráfica, que tal saber em quais áreas ele pode atuar? Vamos lá!

Como está o mercado de trabalho para computação gráfica

Em quais áreas o profissional de computação gráfica pode atuar?

O profissional de computação gráfica pode atuar nas áreas: impressa, virtual e digital. Todas essas áreas oferecem diversas oportunidades. Selecionamos alguns dos cargos mais comuns da área de computação gráfica, são eles:

  • designer gráfico: cria logotipo, diagrama conteúdo e cria peças para publicidade e websites;
  • animador: conta histórias utilizando personagens e objetos animados virtualmente;
  • editor: seleciona, organiza, trata, compõe e finaliza imagens, vídeos e filmes;
  • designer de games: elabora projetos em 2D e 3D, utilizando realidade virtual e aumentada;
  • desenhista industrial: desenha equipamentos, máquinas industriais e até mesmo automóveis.

A computação gráfica é aplicada em quais segmentos de mercado?

Hoje em dia, a computação gráfica pode ser utilizada e beneficiar vários segmentos do mercado. As possibilidades são imensas. Elencamos a seguir alguns segmentos que vêm utilizando a computação gráfica em seus negócios, são eles:

  • indústria: na criação de produtos e peças, seguindo critérios de funcionalidade e estética;
  • games: no desenvolvimento de jogos de entretenimento, jogos de treinamento corporativo e jogos educacionais;
  • cinema: nas edição em filmes, na criação de efeitos especiais e até na montagem de cenários virtuais completos;
  • medicina: na análise de exames de tomografia e em exames de ultrassonografia em 3D;
  • publicidade: na criação de vinhetas, vídeos institucionais, diagramação de conteúdo e na criação de material gráfico e em 3D para a web;
  • educação: na produção de material educacional com o desenvolvimento de imagens, animações em 3D e videoaulas que apoiam o processo de ensino e de aprendizagem;
  • engenharia e arquitetura: na prototipação de empreendimentos que ainda estão na planta.

Se você chegou até aqui, já sabe tudo sobre o profissional de computação gráfica, as áreas de atuação e os segmentos de mercado relacionados a essa profissão. Vamos falar agora sobre o mercado de trabalho: acompanhe o próximo tópico!

Como está o mercado de trabalho para o profissional de computação gráfica?

Atualmente, o mercado de trabalho está em ascensão para a área de computação gráfica, ou seja, a demanda é crescente por profissionais capacitados nesse campo. Como a computação gráfica é uma área bastante abrangente, é normal que as empresas trabalhem com equipes multidisciplinares, precisando de profissionais qualificados em várias vertentes para poderem concluir um projeto. Isso aumenta bastante a oferta de vagas de emprego.

É possível encontrar diversas oportunidades em produtoras de vídeo e agências de publicidade. Também existem vagas em grandes organizações, como na indústria cinematográfica e emissoras de TV.  

Há uma grande demanda por profissionais da área de computação gráfica nas empresas que trabalham com o desenvolvimento de games, ou seja, jogos virtuais. E não para por aí: os segmentos de medicina e educação também estão atrás de profissionais qualificados.

Existem oportunidades bastante rentáveis também para o trabalho freelancer, ou seja, para profissionais liberais que prestam serviços para várias empresas, participando de diversos projetos em vários segmentos. Como você viu, o mercado de trabalho está em alta. Mas e o salário: como está? Confira agora!

Qual a média salarial do profissional de computação gráfica?

A média salarial para profissionais da área de computação gráfica depende muito do cargo a ser ocupado. Segundo pesquisas feitas por agências que trabalham com divulgação de vagas, um estagiário em animação digital tem um salário inicial médio de R$ 1.300. Já um designer gráfico pode iniciar a carreira com R$ 2.000.

Para profissionais que executam a função de modelador 3D, dependendo do cargo, a média salarial pode iniciar na casa dos R$ 3.000, aumentando gradativamente conforme o nível de experiência, podendo chegar aos R$ 15.000 para diretores de efeitos especiais.

Nos Estados Unidos, os níveis de salários pagos aos profissionais de computação gráfica são muito maiores do que o padrão brasileiro. Lá, os diretores de feitos especiais podem alcançar salários astronômicos, principalmente se trabalharem nas grandes indústrias cinematográficas.

Neste post, vimos que o mercado de trabalho para a computação gráfica está em alta e investir em uma carreira nessa área parece ser uma estratégia pessoal bem promissora. O que você acha? Compartilhe conosco a sua opinião deixando um comentário no post!

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