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Saiba o que fazer para montar um E-commerce

Comprar pela internet já deixou de ser algo temido há um certo tempo. E, por conta disso, não para de crescer o número de lojas virtuais surgindo por aí. Contudo, por mais que a barreira para entrar no mercado digital tenha diminuído bastante  —  e a tendência é que isso continue a acontecer  — , montar um e-commerce não é tarefa das mais fáceis. Para dar certo, esse tipo de empreendimento envolve muito planejamento, validação de ideias e algum investimento.

Quer saber o que está envolvido na criação de um e-commerce, desde o planejamento inicial até as melhores estratégias para fazer o negócio escalar?

Então, continue lendo nosso artigo para saber tudo que é preciso antes de começar a vender pela internet. Vamos lá!

Como montar um E-Commerce

Ao pensar em como a sua loja vai funcionar, é importante tirar tempo logo de início para tomar algumas decisões importantes que afetarão todo o restante do seu planejamento.

Os 3 fatores que vamos ver agora serão a base do que você precisa para montar um e-commerce, para que depois possa se aprofundar em áreas mais específicas do empreendimento. Confira:

1. Marketplace x site próprio

A opção de vender os produtos em um marketplace é atrativa pelo investimento inicial baixo e a facilidade de iniciar a operação imediatamente.

Já a criação de um site próprio leva mais tempo e requer um investimento maior. Porém, conta com a vantagem de ser um canal exclusivo, sem a competição com outras lojas.

Além de ver em detalhes os benefícios de cada opção, é preciso considerar se o objetivo é que a loja cresça bastante e, em caso afirmativo, quanto tempo levaria para atingir a escala desejada.

Se for em pouco tempo, é melhor iniciar já com um site próprio em vez de precisar fazer uma transição de plataforma, que sempre dá trabalho.

Por outro lado, se isso ainda deve demorar ou se o propósito da loja é continuar pequena, apostar em marketplaces pode ser a melhor saída.

2. Definição de público

Saber quem é o público para o qual você vai vender é essencial, especialmente porque, com o amadurecimento do e-commerce, estão surgindo lojas de nichos bem específicos.

Isso significa que, se não acertar em cheio quem é o seu público, você corre o risco de ver o negócio fracassar à medida que as vendas não se concretizam.

Antes de montar um e-commerce, faça pesquisas de mercado, invista na criação de personas e observe a abordagem de seus concorrentes diretos. Estas são ótimas formas de entender e conquistar os clientes.

3. Planejamento inicial

O planejamento inicial para montar um e-commerce envolve uma série de aspectos que fazem toda a diferença em uma loja virtual, como:

  • definição de nome e registro de marca;
  • escolha de fornecedores e parceiros;
  • cálculo de tráfego necessário para atingir as metas de vendas;
  • formação da equipe interna;
  • disposição de capital de giro.

Esses e outros fatores precisam ser planejados antes mesmo de a loja estar funcionando. Isso para que não haja qualquer tipo de problema que o obrigue a interromper as atividades ou gere prejuízo mais tarde.

Saiba como escolher a plataforma ideal ao montar um e-commerce

Plataformas de E-Commerce

A plataforma que você escolher terá impacto direto no dia a dia do negócio por um bom tempo. Então, é importante acertar na escolha antes de pensar em montar um e-commerce.

Estima-se que uma plataforma deva ser usada por um período em torno de 3 anos. Portanto, você deve pensar não só no momento, mas também em como as necessidades da loja podem mudar no futuro próximo.

Veja os modelos mais comuns de plataforma e como escolher entre elas:

1. Código aberto

As plataformas de código aberto são aquelas baseadas em tecnologias com o código fonte disponibilizado ao público para fazer modificações e usar em diversos projetos.

Há diversas plataformas de e-commerce baseadas em código aberto que são gratuitas. Porém, elas requerem um profissional com conhecimento técnico para fazer as modificações necessárias e manter o site sempre seguro e atualizado.

2. Proprietárias

As plataformas proprietárias, como o nome indica, são aquelas feitas sob medida por um profissional ou agência especializada, pensando nas necessidades específicas do cliente.

Nesse modelo de plataforma, desde o visual até as ferramentas internas do site serão totalmente personalizadas, facilitando a gestão completa do negócio.

Como é de esperar, este é o modelo mais completo e, ao mesmo tempo, o mais caro que você pode escolher para montar um e-commerce.

3. Híbridas

As plataformas híbridas são o meio termo entre as duas anteriores. Isso quer dizer que é usado um sistema de código aberto, mas algumas customizações são feitas para o cliente por um profissional ou empresa.

Essas customizações normalmente são básicas e não oferecem o mesmo nível de personalização de um modelo feito sob medida. Mas já permitem que negócios pequenos tenham uma loja destacada dos concorrentes.

Total Cost of Ownership (TCO )

Como definir qual o melhor tipo de plataforma ao montar um e-commerce? Existe um formato de cálculo chamado de Total Cost of Ownership (TCO), ou Custo Total de Propriedade.

Esse método se baseia em calcular todos os custos envolvidos na decisão a ser avaliada. Isto é, desde o pagamento inicial até o investimento necessário em possíveis customizações, atualizações futuras, aumento de escala, entre outros.

Depois de analisar essas variáveis em cada uma das opções estudadas, ficará mais claro saber qual vale a pena no longo prazo. Sempre considerando que uma boa plataforma deve ser mantida por pelo menos 2 anos.

O sistema de pagamento é fundamental para o sucesso do seu e-commerce

Sistema de pagamento

O sistema de pagamento também merece atenção ao montar um e-commerce, já que afeta a experiência do cliente e, por sua vez, a taxa de conversão do seu negócio.

Vale lembrar que o sistema de pagamento envolve uma série de fatores, desde o processo de checkout até o prazo que vai levar para que você receba os rendimentos das vendas.

Há várias opções disponíveis hoje no mercado brasileiro. Vejamos as mais populares:

1. Gateway de pagamento

O gateway de pagamento é uma ferramenta integrada na loja para validar as transações realizadas pelos clientes.

Desse modo, assim que um cliente digita os dados do cartão, eles são processados de modo seguro para garantir que a operação seja válida. Depois de aprovada a transação, ela pode ser finalizada.

2. Intermediadores

Os intermediadores fazem o mesmo que o gateway, mas não necessitam de integração com a loja e costumam ter um investimento inicial menor.

Por outro lado, os usuários normalmente precisam sair do ambiente da loja e ser levados para outra página a fim de fazer esse processo de verificação.

Isso costuma levar a uma queda de até 30% na taxa de conversão. Então, é importante avaliar se vale realmente a pena usar os intermediadores.

3. Provedor de Serviços de Pagamento (PSP)

Considerada a solução mais inovadora e completa, os sistemas PSP foram feitos para serem simples como os intermediadores, mas eficientes como os gateways.

Vale a pena considerar as empresas que oferecem esse serviço  —  no Brasil, ainda é algo relativamente novo  —  para saber o que está envolvido no seu uso e quais são os custos de implantação em comparação com as outras opções.

Saiba o que fazer para montar um e-commerce

Estratégias de crescimento

A grande maioria dos lojistas deseja ver o negócio prosperar e crescer. Então, assim que o e-commerce se solidificar, é essencial pensar em estratégias para ganhar escala.

Mais do que isso, a busca deve ser por escalar de forma inteligente, para que esse crescimento não se transforme em prejuízo mais tarde.

Veja 4 estratégias que você já deve ter em mente quando for montar um e-commerce:

1. Expansão dos canais de venda

Há muito mais canais para vender seus produtos online do que apenas o seu site. Ampliar o seu campo de atuação é um passo relevante em direção ao crescimento.

Entre os locais usados para isso, podemos citar:

  • as redes sociais, que já possuem ferramentas de venda direta em postagens e permitem criar lojas direto no perfil;
  • Google Shopping Ads, o mecanismo de venda direta pelas páginas de pesquisa do buscador;
  • sites de desconto e de compras coletivas.

2. Soluções escaláveis

Desde o início da operação, em cada decisão que tomar, leve em conta como as soluções que escolher afetarão o negócio quando for preciso escalar.

Por exemplo, será que a plataforma, o sistema de pagamentos, as ferramentas e os softwares que você resolveu usar dão suporte para quando o negócio crescer? Ou será preciso trocá-los?

Sempre que possível, vale a pena usar soluções escaláveis desde o início, pois isso resultará em menos problemas posteriores.

3. Branding

O branding é um conjunto de ações realizadas para fortalecer uma marca, ampliando seu alcance e fazendo com que ela tenha credibilidade e poder de influência no mercado.

Pensando no mercado de e-commerce, fazer um trabalho de branding certamente vai ajudá-lo a crescer e se aproximar mais dos grandes players. Deixando para trás os negócios menores que só competem em preço.

4. SAC 2.0

O SAC sempre foi um setor que causava sentimentos reversos nos clientes. Era comum que, em vez de ser a solução para os problemas, era mais uma fonte de dor de cabeça.

Felizmente, com a chegada da tecnologia e de novos processos de atendimento que visam ajudar de verdade os consumidores, nasceu o conceito de SAC 2.0.

Contar com um sistema de atendimento rápido, em vários canais, é um ótimo modo de manter os clientes satisfeitos e criar uma boa reputação, fundamental para o crescimento.

Acompanhar as principais métricas do seu negócio é fundamental

Métricas de monitoramento

Monitorar o desempenho do e-commerce é fundamental para ter real conhecimento sobre a saúde do negócio.

Dessa forma, acompanhar as métricas certas pode ajudar a encontrar e resolver problemas, além de otimizar estratégias que já estão boas.

Separamos 4 métricas que devem ser acompanhadas depois que montar um e-commerce:

1. Custo de Aquisição de Cliente (CAC)

O custo de aquisição de cliente diz respeito a quanto o negócio gasta para conseguir atrair e converter cada cliente.

Esta métrica é analisada em conjunto com o ticket médio para determinar se você está gastando mais do que deveria a fim de conquistar a clientela.

O cálculo é relativamente simples: basta somar os gastos feitos com marketing e vendas durante o período analisado e dividir esse valor pelo número de novos clientes que entraram no mesmo período.

2. Taxa de conversão

A taxa de conversão nada mais é do que o índice de aproveitamento da sua loja com relação a quem visita o site e quem realmente faz uma compra.

É natural que a maior parte dos visitantes não compre nada, mas é importante acompanhar o índice de conversão médio para o seu segmento de mercado e analisar se está dentro desse padrão ou não.

Uma taxa de conversão baixa demais representa queda nas vendas e, consequentemente, dos lucros. Portanto, precisa ser acompanhada de perto.

3. Ticket Médio

O ticket médio é simplesmente a média de quanto os clientes normalmente gastam ao realizar cada compra. Por que isso é importante?

Uma das formas de fazer a loja crescer é aumentar o ticket médio. Pois assim é possível aumentar os lucros sem necessariamente atrair mais clientes. Antes, a ideia é fazer os clientes atuais consumirem mais.

Ao mesmo tempo, como já dito, o ticket médio é um fator de ajuda para definir se o CAC está alto demais.

4. Net Promoter Score

Não basta saber o desempenho da empresa apenas quando se trata de vendas. A satisfação dos clientes é fundamental para que o site continue convertendo bem.

Para isso, uma das melhores métricas que você pode acompanhar é o Net Promoter Score, que mede justamente o nível de satisfação dos consumidores.

A premissa é fazer com que os clientes respondam a uma pergunta básica:

Em uma escala de 0 a 10, qual a chance de você indicar a loja para alguém?

Dependendo da maioria das respostas, dá para perceber se o negócio precisa de pequenos ajustes ou mudanças radicais para ter sucesso.

Ferramentas de gestão

A boa gestão é importante em qualquer negócio e ferramentas de qualidade sempre são bem-vindas!

Pensando nisso, ao montar um e-commerce, observe alguns setores da empresa que precisam de atenção especial e nos quais as ferramentas podem fazer mais diferença:

1. Contabilidade

Fluxo de caixa é uma das peças-chave para o bom funcionamento de qualquer e-commerce. Ter um software de contabilidade é de grande ajuda para garantir que isso aconteça.

Há boas opções de sistemas que funcionam em modelo de assinatura, com todas as ferramentas necessárias para a gestão financeira do negócio e com planos adequados aos mais variados tamanhos de empresa.

2. Gestão de mídias sociais

As redes sociais são importantes para a estratégia de marketing. Ainda, no caso do SAC 2.0, para o atendimento ao cliente. Mas, para que tudo funcione bem, é preciso fazer uma boa gestão das comunidades online.

Isso também pode ser automatizado e facilitado pela adoção de aplicativos próprios. Atividades como agendar postagens e monitorar o que se fala sobre a marca são apenas algumas das funcionalidades úteis disponíveis nesse tipo de sistema.

3. Automação de marketing

Nem todo mundo que entrar no site pela primeira vez vai comprar, mas é possível capturar o e-mail da pessoa a fim de oferecer conteúdo de qualidade e enviar ofertas posteriormente.

Para isso, não há nada melhor que a automação de marketing. Essa é única maneira de ter uma lista com milhares de assinantes e ainda assim enviar e-mails personalizados para cada um sem perder muito tempo.

Apesar de citarmos apenas 3 tipos de ferramentas, há muitas outras que podem ser usadas. Para fazer gestão de projetos, comunicação interna com a equipe, manter um banco de dados dos clientes e assim por diante.

Durante o planejamento de montar um e-commerce, é importante observar as necessidades do negócio e buscar ferramentas que sejam apropriadas para atendê-las.

Seguir as estratégias de SEO garante seu e-commerce no topo das buscas

SEO para E-commerce

A otimização para motores de busca, ou SEO, é um dos principais meios de ganho de tráfego orgânico existentes hoje em dia.

Considerando que a maioria das pessoas que consome online procura pelos produtos desejados em buscadores como o Google, faz todo o sentido investir nessa estratégia.

Nesse sentido, qualquer empreendedor que se preze, ao montar um e-commerce, jamais pode descartar estes 3 elementos de SEO:

1. SEO local

Mesmo se tratando de uma loja online, é positivo usar o SEO local para garantir que até os clientes que buscam uma loja física possam encontrar o seu e-commerce.

Suponha que a pessoa da sua cidade esteja buscando um produto que você vende. Por usar o SEO local, você poderia, por exemplo, garantir uma oferta personalizada. Talvez oferecendo frete grátis e entrega no mesmo dia.

2. SEO On-Page

Há duas formas de SEO: on-page e off-page. O SEO on-page se refere a todas as mudanças que você pode realizar na página e, portanto, estão sob seu controle.

Os mecanismos de busca dão muita atenção para a experiência do usuário. E querem que ele encontre sempre o conteúdo mais relevante no site de navegação mais agradável possível.

Isso significa que o Google e outros buscadores só vão colocar o seu site no topo das páginas de busca se ele atender a esses requisitos.

Por isso, vale a pena conhecer e aplicar cada um dos elementos de SEO on-page para aumentar suas chances de ganhar uma classificação boa e conseguir mais tráfego qualificado.

3. Palavras-chave de cauda longa

As palavras-chave de cauda longa (long tail keywords) são termos mais longos que correspondem a buscas bem específicas que os usuários realizam nos buscadores.

Por exemplo, enquanto o termo "tecnologia da informação" é vago demais, a expressão "curso online de tecnologia da informação" dá uma ideia muito melhor da intenção da pessoa com aquela pesquisa, não é mesmo?

Explorar as palavras-chave de cauda longa que seu público mais usa vai fazer com que seus produtos apareçam nos primeiros resultados das buscas e suas chances de conversão aumentem consideravelmente.

Atração e retenção de clientes

Atrair e reter clientes é um dos principais fatores a se considerar quando for montar um e-commerce. É o “arroz com feijão” de qualquer e-commerce que deseja se manter no mercado.

Por isso, há diversas formas de chamar atenção do seu público e mantê-lo fiel depois da primeira compra. Observe algumas delas:

1. Marketing de conteúdo

O marketing de conteúdo se resume em ajudar as suas personas por meio da criação de materiais que sejam interessantes e relevantes para elas.

Esses materiais podem existir na forma de posts de blog, e-books, infográficos, entre diversos outros. O que importa é conhecer as necessidades do seu público e atendê-las com o melhor conteúdo possível.

Essa estratégia aumenta o engajamento, fortalece a marca e gera tráfego qualificado. Estes, por sua vez, contribuem para diminuir o custo de aquisição de clientes e aumentar o ticket médio.

2. Redes sociais

As redes sociais são os canais mais dinâmicos de interação com o público e compartilhamento de experiências que uma marca pode desejar.

É preciso se ajustar aos costumes e desejos das pessoas que busca impactar. Com um bom planejamento, as redes sociais podem se tornar uma fonte incrível de tráfego e gerar autoridade de marca para o negócio.

Em outras palavras, construir uma audiência fiel nas redes sociais com certeza vai ajudar a manter e aumentar os lucros do e-commerce.

3. E-mail marketing

O e-mail marketing é uma excelente ferramenta de engajamento e serve para manter o interesse das pessoas que acompanham a sua marca.

O mais interessante é o potencial de segmentação que os softwares de e-mail marketing possuem para atingir cada pessoa dentro da sua base de assinantes de forma personalizada e interessante.

Se o destinatário em questão já é cliente, você pode usar uma abordagem diferente para quem apenas consome o conteúdo que produz.

4. Pós-venda

Atrair um visitante ao seu site e transformá-lo em cliente é uma tarefa complicada, mas o que vem depois disso depende de ter uma estratégia de pós-venda bem montada.

Lojas que mantêm o mesmo cuidado com os clientes no pós-venda são as que conseguem fidelizá-los. Mais ainda, fazer com que eles se tornem verdadeiros promotores da marca para outros.

5. Anúncios online

Investir na criação de campanhas de anúncios, tanto nos sites de busca quanto nas redes sociais, é uma ótima opção para gerar tráfego e atrair possíveis clientes para a sua loja.

Hoje em dia, são poucas as redes sociais que não oferecem alguma forma de anúncio, sempre com ferramentas que permitem otimizar a veiculação e otimizar a conversão deles.

Contar com a ajuda de uma agência especializada nesse tipo de campanha também pode ser considerado como parte do investimento, já que afeta bastante os resultados.

O trabalho de montar um e-commerce é complexo e, como já dito, envolve tempo, energia, paciência e investimento. Se faltar qualquer um desses elementos, as chances de sobrevivência da sua loja não serão boas. Felizmente, com este guia, você já sabe o caminho, só falta trilhá-lo.

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    1. Redação Impacta

      Olá, Vanderlei!

      A diferença é justamente na modalidade do curso. O conteúdo é o mesmo, porém no E-commerce Professional Ao vivo Gold você assiste as aulas de qualquer lugar, via PC, Notebook, tablet ou mesmo smartphone, bastando ter acesso a internet para logar no ambiente virtual. Mesmo sem estar presente fisicamente, você pode interagir com instrutor e colegas de classe via chat.

      Sobre as datas do treinamento presencial, eu posso encaminhar seu e-mail para um de nossos consultores educacionais, que poderá te informar todos os detalhes e tirar todas as suas dúvidas.

      Obrigado

      Responder

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