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Banco de dados: Microsoft Access vs Oracle

Se você é — ou deseja se tornar — um profissional de TI ou Engenharia da Computação, provavelmente já ouviu falar de sistemas de bancos de dados, não é mesmo? Criados como uma evolução tecnológica proporcionada pelo advento dos computadores, esses sistemas facilitaram a coleta, armazenamento, organização e análise da mais ampla gama de dados, gerados para os mais diversos fins e objetivos.

Entre os sistemas de bancos de dados mais conhecidos atualmente estão o Microsoft Access e o Oracle. Criados e lançados por duas gigantes do ramo da tecnologia, a cada versão, esses dois sistemas se mostram mais aprimorados e adequados às necessidades de seus usuários.

Mas afinal, qual desses dois sistemas de bancos de dados é o melhor? Quais são as principais diferenças, características e usos quando são comparados?

Se você anda se fazendo essas perguntas, temos o prazer de anunciar que o post de hoje foi escrito para você! Continue a leitura e fique, de uma vez por todas, por dentro de todas as características e funcionalidades do Microsoft Access e do Oracle e saiba, no final, qual deles sairá vencedor nessa “disputa”. Vamos lá?

Antes de mais nada: o que são bancos de dados, afinal?

É bastante provável que você já saiba a resposta para essa pergunta. Porém, se você ainda não tem o conceito de banco de dados bastante claro em sua cabeça, é necessário esclarecê-lo antes de continuar a leitura.

De maneira bastante simplificada, podemos dizer que um banco de dados nada mais é do que um ou mais conjuntos de dados organizados de maneira a facilitar buscas e pesquisas.

E se engana quem pensa que esse conceito é atual, surgido com a era da informação. As superantigas listas telefônicas, extremamente utilizadas pelas gerações anteriores são um ótimo exemplo de um banco de dados físico, impresso em papel. Obviamente, com o avanço acelerado da tecnologia nas últimas décadas, pensar em montar um banco de dados de maneira manual, sem a ajuda de um software ou programa parece uma loucura!

Por isso, atualmente, bancos de dados são ferramentas digitais que auxiliam sobremaneira a organização interna de empresas. Já imaginou ter de fazer todo o controle de estoque de uma grande organização na mão? Ou descobrir o perfil do cliente analisando cadastro por cadastro? Só de pensar já dá uma canseira, certo? Pois sem a existência dos sistemas de bancos de dados, todas essas tarefas teriam de ser feitas dessa forma.

Como funciona um banco de dados?

É bastante simples. Em um banco de dados, cada informação é adicionada em um campo separado, o que permite a classificação adequada das informações. Campos podem ser “endereço”, “nome” ou “e-mail”, por exemplo.

Quando se preenchem todos os campos com as informações pertinentes, têm-se um “registro”. Eles são estruturados em uma tabela. Obviamente, é possível criar diferentes tabelas, para diferentes objetivos. No caso de uma empresa, as tabelas poderiam ser o cadastro de clientes, o controle de estoque ou a lista de fornecedores.

Entretanto, as tabelas por si só não constituem um verdadeiro sistema de banco de dados. Um banco de dados é capaz de relacionar uma tabela com a outra, extraindo informações relevantes para o usuário naquele momento. Essa funcionalidade é conhecida como “relacional”. Tanto o Microsoft Access quanto o Oracle são bancos de dados do tipo relacional.

O analista de banco de dados

Obviamente, um banco de dados, por mais simples que seja, não se constrói do nada. Alguém deve ser o responsável por criá-lo do "zero", inserindo as informações relevantes para aquele banco, certo? Além disso, é necessário que haja um profissional responsável por gerenciar o banco de dados quando ele já estiver pronto, extraindo os dados importantes para determinada análise ou consulta.

E como você já deve estar imaginando, não é qualquer pessoa que é capaz de criar e gerenciar um banco de dados. É necessário possuir uma base sólida de conhecimentos técnicos para que o banco de dados seja realmente funcional. E esse profissional é o analista de banco de dados ou DBA (do termo em inglês Database Administrator).

Conhecimento da linguagem SQL e arquitetura de computadores, domínio de sistemas operacionais e de sistemas de gerenciamento de banco de dados são os principais requisitos para ser um DBA.

E agora que você já sabe bem o que é um banco de dados, para que ele serve e qual é o profissional responsável por criá-lo e gerenciá-lo, vamos ao foco principal desse artigo: descrever as principais características dos sistemas de gerenciamento de banco de dados Microsoft Access e Oracle, comparando-os e elegendo o melhor. Confira abaixo!

Microsoft Access

Access vs Oracle: qual o melhor banco de dados para você?

O que é?

Criado pela gigante Microsoft, o Microsoft Access ou MS Access, teve sua primeira versão lançada em 1992. O programa é um sistema de gerenciamento de banco de dados relacional (SGBDR) contido no pacote Microsoft Office Professional, que incluí também outros programas bastante conhecidos da empresa, como Excel, Word e PowerPoint.



O Access utiliza a combinação do Microsoft Jet Database Engine (motor de banco de dados da Microsoft) com uma interface gráfica customizável pelo usuário para criar bancos de dados. Essa possibilidade de customização de parte do programa é tida como uma das grandes vantagens do Access em relação a outros sistemas de gerenciamento de bancos de dados existentes no mercado.

Breve histórico

O Access já foi um sucesso logo após seu lançamento, no início da década de 1990. Por ser o único sistema de gerenciamento de banco de dados capaz de rodar em Windows — naquele tempo todos os sistemas concorrentes só funcionavam em DOS — somado ao fato de a Microsoft dominar totalmente o mercado na época, o Access rapidamente foi adquirido por milhões de usuários no mundo todo.

Em sua segunda versão, o programa atendeu a uma das principais reclamações de seus usuários: a pouca memória de armazenamento (128 MB). Na versão 1.1, o programa já contava com 1 GB, em 1993.

Em sua versão 8.0, lançada em 1997, o programa já veio adaptado para utilização na internet, capaz de gravar hiperlinks e armazenar arquivos em formato HTML. As versões subsequentes foram sendo cada vez mais aprimoradas, como o suporte a uma linguagem mais comum (XML), em 2002, e a incorporação da linguagem SQL, em 2003.

A versão mais atual do programa foi lançada em 2016, junto ao pacote Office 2016, que promete uma segurança de dados significativamente maior do que as versões anteriores, além de oferecer modelos para criação de aplicativos personalizados e tabelas totalmente customizáveis.

Características

Uma das principais diferenças entre o Access e os demais bancos de dados é o fato de que o mesmo é desenvolvido para utilização em desktops e não em servidores. Em sua última versão, todos os dados inseridos no programa são salvos em SQL, característica que, segundo o fabricante, tornou o programa muito mais seguro do que as versões anteriores. O Access 2016 também permite o compartilhamento de dados de modo mais simples e intuitivo.

O programa também conta com uma função bastante útil, a conhecida “cortar e colar” (cut and paste), que permite a integração simples com outros bancos de dados, bem como diversas ferramentas de importação e exportação, úteis para a manipulação de dados fora da plataforma Windows.

Entre as desvantagens do programa da Microsoft, que o difere da maioria dos sistemas de gerenciamento de banco de dados relacionais, o banco de dados Jet da Microsoft não possui as ferramentas de gatilhos de banco de dados e procedimentos armazenados (stored procedures) disponíveis.

Além disso, por ser desenvolvido para utilização em desktops e não em servidores, a capacidade de coletar, armazenar, buscar e trabalhar em bancos de dados gerados pelo programa se torna lenta e complexa, à medida que a quantidade de dados inseridos aumenta. Por essa razão, ele é mais utilizado por empresas de pequeno porte ou por desenvolvedores que trabalham sozinhos.

Usos

Por possuir uma interface bastante simples e intuitiva, o Access é bastante utilizado por profissionais de TI para a criação de aplicativos simples, como tabelas de cadastro de clientes e fornecedores, controle de estoque e desempenho de vendedores até arquivos mais complexos, como controle operacional, logístico e financeiro de pequenas e médias empresas.

Os aplicativos desenvolvidos em Access são capazes de rodar em uma rede de computadores e os dados armazenados podem ser compartilhados e editados em sistemas intranet ou internet.

Oracle

Banco de Dados Oracle é ideal para empresas e projetos maiores

O que é?

Com sua primeira versão lançada em 1978, o Oracle é um sistema de gerenciamento de banco de dados criado pela Oracle Corporation. O sistema domina o mercado há vários anos, sendo o banco de dados mais utilizado atualmente.

A linguagem de programação oficial do Oracle é PL/SQL, e atualmente o sistema está em sua versão 12c.

Breve histórico

Desde o lançamento de sua primeira versão, há mais de 30 anos, a empresa desenvolvedora do Oracle têm investido pesado no aprimoramento do sistema, com o objetivo de seguir como líder do mercado. A cada nova versão, novas funcionalidades são adicionadas.

Em 1997, a versão 8 surgiu com a possibilidade de armazenamento de objetos no banco de dados, o que era impossível no Oracle até então. A primeira versão com foco voltado para a internet foi lançada em 1999, o Oracle 8i, que depois foi aprimorada (versão Oracle 9i, que chegou ao mercado em 2000).

A versão Oracle 9i foi um marco, já que é considerado o primeiro sistema de banco de dados relacional a oferecer uma plataforma de suporte e desenvolvimento para a internet. As versões posteriores seguiram a linha da empresa fabricante, com contínuos aprimoramentos na plataforma de desenvolvimento, como a melhora da performance e no suporte ao formato XML.

A última versão do Oracle disponível, a 12c, foi lançada em julho de 2014. Mais uma vez, a Oracle Corporation inovou e aprimorou seu principal produto: a nova versão se baseia em servidores na nuvem ou locais.

Características

O Oracle é um sistema de banco de dados extremamente robusto, com uma capacidade de memória praticamente ilimitada. Isso permite a criação de bancos de dados extremamente complexos, com gigantescas quantidades de dados.

Entretanto, justamente por essa característica, o Oracle demanda um hardware também robusto para que possa funcionar adequadamente. O gerenciamento do sistema também costuma ser bastante complexo e exige profissionais qualificados para a função, que dominem tanto a linguagem utilizada pelo sistema (PL/SQL) como o manejo do Oracle em si.

Por padrão, o Oracle permite que se façam alterações de uma instrução SQL, caso ela tenha sido erroneamente submetida. Apesar de dificultar um pouco o trabalho dos desenvolvedores, essa característica se revela benéfica quando se fala de recuperação de dados lançados acidentalmente ou equivocadamente.

O sistema também possui como característica padrão a leitura consistente de dados. Esse recurso permite que um usuário X possa ler os dados contidos em uma linha de uma tabela exatamente no mesmo momento em que essa mesma linha está sendo alterada por um usuário Y, sem que o usuário X possa ver as alterações realizadas pelo usuário Y. Por isso, o bloqueio de leitura é inexistente, assim como o risco de o usuário X visualizar dados que ainda não foram validados pelo usuário Y.

Uma característica extremamente positiva do sistema e também uma das principais responsáveis pelo sucesso do Oracle, é a segurança dos dados, especialmente quando o banco de dados é adequadamente gerenciado. As ferramentas de backup e de encriptação dos dados são extremamente eficientes.

Usos

Em função da relativa complexidade de gerenciamento e do preço da licença (bastante salgado), o sistema Oracle é preferencialmente utilizado por grandes empresas e corporações ou para o desenvolvimento de grandes aplicativos. Seja por possuírem requisitos de negócios mais complexos e críticos ou pela necessidade de segurança reforçada dos dados armazenados, esses costumam ser os principais usuários de Oracle.

Access vs Oracle

Oracle ou Access?

E agora que você já sabe as principais características, usos e funcionalidades dos sistemas de banco de dados Access e Oracle pode estar se perguntando quais são os pontos que os diferenciam de maneira mais pronunciada, não é mesmo? Por isso, abaixo listamos algumas funções, objetivos e aplicações dos dois sistemas, comparando-os. Confira!

  • Licença: nenhum dos dois sistemas é gratuito. É necessário pagar para obter uma licença de utilização. Quanto mais usuários tiverem acesso ao banco de dados e quanto mais ferramentas e recursos forem adicionados aos pacotes, mais caras ficam as licenças.
  • Utilização: o Access é desenhado para utilização em desktops, enquanto o Oracle necessita de um servidor para que possa funcionar.
  • Sistema operacional: o Access, via de regra, só funciona em plataforma Windows. Já o Oracle, além do Windows, pode ser gerenciado em Mac OS X, Linux, UNIX e z/OS.
  • Backup de dados: presente somente no Oracle.
  • Encriptação de dados: presente somente no Oracle.
  • Customização de funções: presente somente no Access.
  • Tamanho máximo do banco de dados: enquanto no Oracle o tamanho do banco de dados é ilimitado, no Access o limite é de 2 GB.
  • Performance: o Access costuma ser mais lento na busca por entradas específicas dentro do banco de dados do que o Oracle, especialmente se o banco possui um tamanho robusto. Da mesma forma, o sistema da Microsoft    costuma apresentar muita lentidão quando mais de 10 pessoas estão conectadas ao banco de dados ao mesmo tempo. Já no Oracle, centenas e até mesmo milhares de usuários podem ter acesso ao banco de dados sem que isso influencie a performance do sistema.
  • Suporte: quem tem dúvidas na utilização do Access poderá resolvê-las através de e-mail, FAQ, formulários ao fabricante, blogs ou mesmo por telefone. Já para os usuários do Oracle, a lista é mais extensa. Inclui todos os citados acima, mais a possibilidade de assistir vídeos instrutivos, acessar fóruns de discussão com profissionais do ramo, bem como ter acesso ao (complexo) manual de utilização.
  • Preço: por fazer parte do pacote Microsoft Office, o preço do Access está atrelado ao preço da licença do mesmo. Na versão 2016, os preços variam de R$ 52,50 mensais por usuário (versão ProPlus) a R$ 153,10 (versão Enterprise E5). Já a licença de utilização do Oracle é significativamente mais cara. A versão Enterprise pode chegar, dependendo dos recursos adicionais agregados, a 47.500 dólares por CPU.

O Vencedor

A Microsoft, historicamente, é uma empresa que costuma focar-se na criação e entrega de produtos e serviços com interfaces intuitivas, fáceis de utilizar e de gerenciar. E isso se estende, obviamente, ao Access.

Por outro lado, a Oracle Corporation e seu sistema de banco de dados Oracle é conhecida pela entrega de produtos extremamente seguros, e robustos, que priorizam a segurança e a oferta de uma ampla gama de recursos.

Em função disso, não há como dizer que existe um vencedor quando o assunto é comparar o Microsoft Access e o Oracle. Os dois são excelentes sistemas de banco de dados e cada um possui seus pontos fortes e fracos. Tudo dependerá do objetivo que se pretende alcançar com o banco de dados, bem como a quantidade de dados a serem armazenados, o capital disponível para investir e o nível de conhecimento do gerenciador do banco.

Sem a menor sombra de dúvidas, o preço é uma das maiores barreiras na aquisição de um sistema Oracle. Além de o valor inicial ser bastante salgado, é necessário adquirir licenças adicionais para que algumas funcionalidades possam estar disponíveis para a utilização. Isso pode tornar o Oracle até 10 vezes mais caro que o preço inicial.

Somado a isso, o gerenciamento de um banco de dados Oracle é muito mais complexo do que um armazenado em Access. Apesar de isso soar como um empecilho para muitos, por outro lado, pode significar uma infinidade de oportunidades. Hoje em dia, no Brasil, um profissional de TI especialista em Oracle é o que mais fatura no mercado, quando se compara a outros tipos de bancos de dados e se apresenta como um excelente nicho de especialização.

Entretanto, apesar de ser mais caro e complexo de gerenciar, o Oracle oferece muito mais recursos de segurança e ferramentas do que o Access, além de apresentar uma performance muito superior, especialmente quando se fala de bancos de dados muito grandes. Para grandes empresas e corporações, que possuem imensa quantidade de dados críticos e confidenciais, o Oracle é, sem dúvida, a melhor opção.

Já o Access, por sua funcionalidade e facilidade de manejo, é mais indicado para pequenas empresas, que não possuem uma grande necessidade de armazenamento nem de bancos de dados muito complexos. Além disso, por ser muito mais em conta do que o Oracle, o Access costuma ser a melhor opção para pessoas e organizações que não possuem tanto capital para investir em seus bancos de dados.

Ademais, por ser bastante intuitivo na hora de gerenciar, de maneira geral, não são necessários conhecimentos muito aprofundados em programação para utilizar o sistema adequadamente. Obviamente, isso não quer dizer que qualquer pessoa leiga possa fazê-lo, mas sim que não são necessários profissionais altamente especializados, como é o caso do Oracle.

Como você pôde perceber, não há um sistema de banco de dados melhor que o outro. Tudo dependerá da maneira e motivo para qual eles serão utilizados.

Sistemas de bancos de dados são a alma de praticamente qualquer empresa, seja ela pequena ou uma gigante do mercado. São eles que permitem a organização sistemática de dados e, através disso, a compilação e análise de informações cruciais para a empresa, que influenciam, inclusive, na tomada de decisões empresariais e na análise de riscos.

Dentro desse contexto, o Microsoft Access e o Oracle surgem como excelentes opções quando o assunto é criar sistemas de bancos de dados. O Access, mais simples e fácil de usar e gerenciar é indicado para pequenas empresas ou autônomos. O Oracle, por sua vez, mais robusto, complexo e seguro é a melhor opção para grandes corporações e grandes quantidades de dados. A escolha entre um e outro dependerá das demandas e objetivos da empresa.

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