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Internet das Coisas: o usuário atuando como provedor

O segmento de Tecnologia da Informação e de Telecomunicações (TIC) tem apresentado, cada vez mais, novos conceitos, produtos e soluções, que num momento inicial podem parecem apenas “mais uma versão do mesmo”, mas que, em sua maioria, acabam se transformando em grandes agentes de modificação dos usos e costumes de todos nós. Pensando assim, um dos principais temas que temos ouvido tanto é a chamada “Internet das Coisas”, ou IoT (abreviatura de Internet of Things em inglês). É sobre ela que passaremos a falar um pouco agora.

Como surgiu a Internet das Coisas

A internet das coisas aos poucos estabelece sua presença no cotidiano das pessoas.

Buscando um pouco na história recente, descobrimos que a primeira citação comercial sobre o IoT foi apresentada pela empresa norte-americana GE com o nome de “Internet das máquinas”, que tinha como principal conceito a integração de máquinas complexas a sensores de rede, de hardware e de software. Traduzindo esse conceito para uma linguagem de nosso cotidiano, a proposição da GE, produtora de turbinas para aviões, era de implantar sensores em seus produtos, gerando dados sobre o funcionamento de turbinas em situações de voo.

Assim, a partir do tratamento dessas informações, a empresa poderia aprimorar seus produtos. Ou seja, a proposição é nova, mas o ciclo é o mesmo que norteia o mundo produtivo desde os primórdios da evolução industrial, seguindo as premissas de: produto original – utilização – feedback dos usuários – melhoria a partir dos feedbacks – nova versão do produto.

A principal disrupção do conceito está no fato de que o usuário passa a dar um feedback de forma automática, sem a necessidade de interações manuais, uma vez que a captura dos dados acontece pela comunicação machine-to-machine, permitindo análises em um ritmo mais rápido e eficiente, além do refinamento dos produtos e do aumento da capacidade e efetividade da operação.

No caso da GE, a iniciativa propiciou vantagens no aspecto técnico, uma vez que os dados permitiram desenvolver produtos mais eficazes, além de possibilitar a redução de custos de produção. A iniciativa ainda passou a ser utilizada como ferramenta de marketing no auxílio a vendas, pois ganhou um novo apelo para seus clientes produtores de aviões ao utilizar essas turbinas “inteligentes”. A empresa também poderia obter, em tempo real, outros dados essenciais para a melhoria dos seus resultados, como, por exemplo, no consumo de combustível em diferentes rotas e altitudes e, assim, planejar de forma adequada suas rotas de curta ou de longa duração.

Rapidamente esse conceito foi incorporado por empresas de outros segmentos econômicos e passou a ser conhecido como Internet das Coisas, sendo, atualmente, um dos grandes alimentadores da expansão dos dados, que conhecemos como Big Data. Afinal de contas, os mais variados dispositivos já estão capacitados a capturar e fornecer dados durante a sua utilização e as empresas se aproveitam cada vez mais desse fluxo ininterrupto de dados para transformá-las em informações, que serão utilizadas na melhoria de seus produtos ou no desenvolvimento de novas ofertas para seus consumidores, quer sejam pessoas comuns ou grandes corporações.

Internet das Coisas cada vez mais presente no cotidiano

A internet das coisas vem ganhando forças com a popularização dos gadgets inteligentes.

A edição 2014 do Mobile World Congress, realizado em Barcelona, mostrou bem como a chamada “Internet das Coisas” está cada vez mais presente em vários setores da tecnologia. A expressão está se tornando mais do que apenas um hype, ou seja, uma nova promoção sensacionalista. O evento foi palco para a exposição de uma variedade estonteante de wearable devices, com capacidade de comunicação em rede, sistemas de segurança de automóveis, equipamentos de infoentretenimento e tecnologia de monitoração para todos os tipos de aparelhos de consumo e industriais. Esta é, definitivamente, uma das tendências que impactarão na infraestrutura e nas operações das empresas. De acordo com o Gartner Inc., o processamento de dados aumentará proporcionalmente de acordo com a carga de trabalho dos Data Centers, fazendo com que fornecedores tenham novos desafios no que se refere a analíticos, segurança e capacidade.

Ao analisarmos as previsões de Institutos de Pesquisa e de Instituições Financeiras sobre o tema “Internet das Coisas”, podemos notar que os números apresentados são muito díspares e, claramente, isso se deve ao fato que ainda não há uma certeza definitiva sobre o alcance da “Internetização” dos dispositivos nos próximos anos. Essa incerteza ocorre, principalmente, porque aventurar-se em fazer previsões em termos de TIC em um cenário futuro de 8 a 10 anos tornou-se uma missão muito complexa, devido à velocidade do desenvolvimento e de inovações que pudemos constatar nos últimos anos. Vejamos, então, alguns exemplos dessa disparidade de previsões de acordo com os institutos:

  • Gartner Inc. - estima que a quantidade de unidades instaladas, alimentando os centros de processamento, chegará a 26 bilhões e que os fornecedores de produtos e serviços alcançarão receitas adicionais superiores a US$ 300 bilhões, sendo a maioria em serviços;
  • Banco Morgan Stanley - fala em 75 bilhões de unidades e dispositivos fornecendo dados;
  • Empresa de consultoria IDC - afirma que serão 12 bilhões de “coisas” em 2020, produzindo receitas de US$ 8,9 trilhões no mesmo ano, e representando um crescimento anual médio de 8,8%;
  • Grupo Yahoo Finance - projeta que as receitas em 2014 estimadas em cerca de US$ 129 bilhões, se aproximem do patamar de US$ 1 trilhão no ano de 2019 (crescimento médio anual da ordem de 24,4%). O Grupo estima ainda, que em 2025, existirão 1 trilhão de dispositivos (“coisas”) fornecendo informações a todo momento.

Os executivos das maiores empresas provedoras de soluções no mercado de TI e Telecomunicações, sempre que têm alguma oportunidade, inserem aspectos relacionado à IoT em suas declarações para a imprensa especializada ou mesmo em apresentações nos mais importantes eventos de tecnologia.

Mr. Joe Tucci, CEO mundial da EMC, afirmou há poucos meses que “não há como parar essa tendência. A Internet das coisas está chegando, e é melhor causar a disrupção, ou então preparar-se para ela”. Já para Reneé James, presidente da Intel Corporation, “o contínuo crescimento do ecossistema móvel depende da solução dos difíceis desafios computacionais - liberar o potencial dos dados durante a conexão segura e confiável de bilhões de dispositivos, com tecnologias computacionais e de comunicação de ponta”.

Indo além do discurso e buscando aproveitar essa janela de oportunidade para os fornecedores de TIC, a Intel está realizando inúmeros testes com operadoras globais - China Mobile, SK Telecom e Telefônica, entre outras. Os testes estão demonstrando os benefícios da NFV (Network Functions Virtualization) - falaremos desse tema num próximo post - e da SDN (Software-defined networking) para habilitar serviços personalizados e com reconhecimento de contexto, além de melhorar a utilização de recursos e simplificar as instalações e atualizações.

A internet das coisas vem para tornar a vida dos seres humanos ainda mais integrada com a tecnologia.

Devido à sua importância, abrangência e atualidade, o tema “Internet das Coisas” continuará em pauta nos próximos anos. E se nos atentarmos apenas à magnitude das quantidades e valores apresentados no decorrer desse artigo, teremos a certeza absoluta de que, além de já fazer parte do nosso dia a dia, a “Internet das Coisas” estará presente, cada vez mais, na vida das pessoas e das corporações. Sendo assim, com certeza, entendê-la um pouco mais, usufruir das novas tecnologias e incorporá-las, tanto à nossa vida pessoal quanto ao negócio das organizações, será indispensável para a sobrevivência em um mundo cada vez mais competitivo e conectado.

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  1. Thiago Silva

    Ótimo texto. De fato já temos diversas plataformas convergindo. Já é quase infinito o número de devices e soluções que se conectam. Não há como parar a conexão das “coisas”.

    Responder
  2. JESSICA CRISTINA

    Ótimo texto. A tendência da interconectividade dos dispositivos em relação a Internet das Coisas só vai crescer. A quantidade de dispositivos se conectando uns aos outros, deixando prático as formas de uma pessoa está apta e concentrada em várias coisas ao mesmo tempo. Um dos problemas vistos que será que levar bem a sério é as possíveis vulnerabilidades que serão encontradas ao decorrer dos anos. Pessoas mal intencionadas que aproveitaram de Brechas dos sistemas para aprontar umas das suas peças. Esse será a sua parte principal que terá que ser levado a sério. Proteção, segurança em relação as informações do usuário.

    Responder

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